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15 fofocas e curiosidades dos bastidores de Pânico

Os segredos da franquia do terror

19/02/2026

O cinema de terror é recheado de histórias de bastidores tão surreais que parecem ter saído diretamente da sala dos roteiristas. Mas por mais malucas e inacreditáveis que sejam, muitas delas conferem um charme extra para suas respectivas produções, incitando a curiosidade do público e tornando algumas franquias ainda mais memoráveis. Afinal de contas, quem resiste a uma boa e velha fofoca, não é mesmo?

LEIA TAMBÉM: Pânico: suas referências e seu impacto

No fundo, todos amamos saber o que rolou por trás das câmeras de nossos filmes favoritos. Tretas prolongadas, segredos absurdos, perrengues e decisões duvidosas não apenas mudam a forma como enxergamos essas produções, como também nos lembram do nosso amor pela arte de fazer cinema. De O Massacre da Serra Elétrica passando por O Exorcista e Poltergeist, o terror possui um catálogo fascinante de histórias de bastidores. Quando o assunto são franquias que estão na ativa até hoje, Pânico com certeza coleciona fofocas e curiosidades que surpreenderiam até mesmo o Ghostface mais antenado. 

Por trás de telefonemas assustadores, personagens carismáticos e referências a filmes de terror, existe um universo de Pânico rodeado por controvérsia, atores que quase ficaram de fora das telas, roteiros que mudaram de última hora, escolhas que dividem os fãs até hoje e cenas que nasceram da junção do improviso com o caos. Agora, finalmente, os leitores brasileiros terão a chance de mergulhar nesses bastidores com Pânico: O Legado do Grito de Padraic Maroney. Publicado pela DarkSide® Books, em parceria com a Macabra, a obra revisita a franquia que redefiniu o horror moderno por meio de um conteúdo cuidadoso que traz curiosidades, entrevistas e detalhes inéditos. 

Para entrar no clima da leitura de Pânico: O Legado do Grito, a Caveira separou 15 fofocas e curiosidades dos bastidores da franquia para você conferir. Prepare-se para atender ao telefone e descobrir que enquanto tentávamos adivinhar quem era o assassino, os bastidores da saga de Ghostface fervilhavam com histórias quase inacreditáveis. Até porque o sangue até pode ser falso, mas a fofoca e os causos de produção são extremamente reais. 

1. Encontrar um diretor foi uma tarefa árdua

Após o roteiro do primeiro filme ter gerado uma disputa acirrada em Hollywood, com a Dimension eventualmente conquistando os direitos, a produção teve dificuldade em encontrar um diretor que assumisse o projeto. Embora o nome de Wes Craven tenha surgido logo no início, o cineasta recusou a oferta duas vezes, afirmando que queria dar um tempo nos filmes de terror.

A partir disso outros artistas foram cotados, como Robert Rodriguez e Quentin Tarantino. Felizmente, a assistente de Craven na época, Julie Plec, o convenceu a dar uma chance para o roteiro durante um almoço em sua casa. Segundo Ploc, ela mencionou casualmente que o estúdio estava com dificuldades para encontrar um diretor, de forma que Craven respondeu que os executivos deveriam então lhe fazer uma oferta irrecusável. E, para a nossa sorte, foi exatamente isso que a Dimension fez. 

2. A equipe criativa não gostou da alteração do título

Como já é de conhecimento entre os fãs, o título original do primeiro filme não era Pânico (em inglês, Scream), mas sim Scary Movie, o qual acompanhou a equipe durante toda a etapa de produção. No entanto, pouco antes do fim das filmagens, o estúdio decidiu alterá-lo, o que gerou uma grande indignação entre a equipe criativa e o elenco. Tudo isso porque todos os brindes de despedida, incluindo pochetes e canecas do filme, ainda traziam estampado o título Scary Movie. Embora tenham ficado indignados com o novo nome, eventualmente todos concordaram que foi uma boa escolha, sendo impossível imaginar outro título para a franquia. 

3. Drew Barrymore ligou para a polícia durante as filmagens

drew barrymore

Durante a icônica cena de abertura em que Casey Becker é aterrorizada por uma ligação anônima, a atriz Drew Barrymore acidentalmente ligou várias vezes para a polícia! Isso aconteceu porque o telefone utilizado em cena era de verdade e o responsável pelos adereços no set, JP Jones, esqueceu de desconectar o aparelho da linha fixa. Como se não bastasse, durante as tomadas, a polícia retornou as ligações para saber o que diabos estava acontecendo no local e por que eles continuavam recebendo ligações estranhas.  

4. Courteney Cox precisou convencer Wes Craven 

Quando deu vida à Gale Weathers no primeiro Pânico, Courteney Cox já era um nome conhecido no mundo da televisão, tendo aparecido em Caras e Caretas e sendo uma das protagonistas de Friends. No entanto, o papel da implacável repórter que chega em Woodsboro não veio de mão beijada para a atriz.

Courteney Cox

Ela precisou convencer Wes Craven de que conseguiria interpretar o papel sem permanecer à sombra de Monica Geller, sua personagem em Friends. Para isso, Cox escreveu uma elaborada carta para o diretor garantindo que ser uma “megera” não seria nenhum desafio e que ela estava apta ao trabalho. 

5. David Arquette se interessou por Cox desde o início, mas ela não correspondeu seus sentimentos

Inicialmente, David Arquette foi cotado para interpretar um dos personagens mais jovens da história, mas o ator acabou fascinado pelo papel do xerife adjunto Dewey Riley. Um dos motivos foi justamente a oportunidade de trabalhar ao lado de Courteney Cox, de quem Arquette era um grande fã. 

Arquette e Cox

No entanto, o primeiro encontro entre os dois não foi muito caloroso. Após o elenco ter sido escolhido, os atores se reuniram na casa de Wes Craven, o que deu a oportunidade para o intérprete de Dewey se apresentar à Cox. Para o seu azar, a atriz não estava nem um pouco interessada e, segundo o próprio Arquette, chegou a tratá-lo com grosseria. Apesar disso, durante as filmagens, a dupla se aproximou aos poucos e a química compartilhada por seus personagens transbordou para a vida real. Eventualmente, o casal começou a namorar e se casou em 1999, encurtando a lua de mel para filmar Pânico 3. Em 2004, eles tiveram uma filha, mas acabaram se separando em 2013.

6. Wes Craven quase foi demitido durante as duas primeiras semanas de filmagem

Apesar de ser um nome de peso no mundo do terror, Wes Craven quase foi demitido de Pânico durante as duas primeiras semanas de filmagens. Após assistirem às gravações brutas do projeto, os executivos do estúdio ficaram decepcionados com a cena inicial protagonizada por Drew Barrymore, criticando a máscara escolhida para o assassino e a “falta de apelo sexual” da atriz.

Wes Craven

O estúdio considerou demitir Craven, o chamando de medíocre e incompetente, inclusive, mandando filmagens brutas de outras produções, como O Principal Suspeito (1997), como um modelo do que o cineasta deveria fazer. Bastante desanimado, Craven se uniu aos produtores e ao editor Patrick Lussier para editar a sequência de abertura, adicionando também música e efeitos sonoros temporários, para enviar ao estúdio. Rapidamente, os executivos perceberam que estavam completamente errados e que a cena funcionava magistralmente. 

7. O elenco ficou hospedado no mesmo hotel – o que causou problemas com a equipe de limpeza

Durante as filmagens do primeiro filme, o elenco e grande parte da equipe de produção ficaram hospedados no mesmo hotel, o que fez com que todos passassem bastante tempo juntos. Isso criou uma atmosfera de “acampamento de verão”, que ajudou a formar laços de amizade e camaradagem entre os envolvidos. Como a grande maioria das filmagens ocorriam à noite, o elenco se reunia nas primeiras horas da manhã para socializar, relaxar e beber.

Para ajudar nisso, Arquette transformou seu quarto em uma espécie de clube improvisado com janelas escurecidas, luz negra, brinquedos pendurados no teto e lâmpadas de lava. Além disso, o grupo frequentemente fazia festas no estacionamento do hotel, eventualmente acendendo até uma fogueira para comemorar as filmagens. Segundo Skeet Ulrich, enquanto os outros hóspedes saiam para seus passeios turísticos, os atores de Pânico estavam reunidos no estacionamento cobertos de xarope e sangue falso. Contudo, isso causou problemas com a equipe de limpeza do hotel, que não ficou nada satisfeita com a bagunça, especialmente com o sangue falso que manchava as roupas de cama e toalhas. 

8. A produção entrou em conflito com a cidade de Santa Rosa – o que gerou uma mensagem para lá de especial nos créditos finais

As filmagens de Pânico foram ambientadas em grande parte na cidade californiana de Santa Rosa, conhecida por sua relação próxima com Hollywood. A produção conseguiu então um acordo verbal para filmar as cenas escolares do filme na Escola Secundária de Santa Rosa, a qual apareceu em longas como Peggy Sue – Seu Passado a Espera (1986) e Círculo de Paixões (1997). No entanto, as filmagens nunca aconteceram. 

Dez dias antes da produção começar, o distrito escolar de Santa Rosa revogou a permissão da equipe, alegando que as gravações iriam perturbar o horário escolar e as provas agendadas. Contudo, existia outro motivo: vários membros do conselho escolar haviam se manifestado contrariamente ao conteúdo violento do roteiro, vetando a autorização das filmagens. Isso fez com que as cenas fossem transferidas para o Centro Comunitário de Sonoma, com diversas partes do roteiro sendo reescritas para se adequarem à mudança. Segundo Wes Craven, a alteração custou mais de 350 mil dólares à produção. Como resultado, o cineasta colocou uma mensagem bastante incisiva nos créditos finais do filme: “Nenhum agradecimento ao Conselho Administrativo do Distrito Escolar da Cidade de Santa Rosa”. 

Créditos Pânico

9. Entre improvisos e acidentes

Como toda boa franquia, os bastidores de Pânico são recheados de acidentes inusitados e improvisos que renderam momentos clássicos. O ator Matthew Lillard, por exemplo, que interpreta Stu Macher no primeiro filme, ficou conhecido por improvisar suas falas, as quais são repetidas pelos fãs até hoje. Logo após a revelação dos assassinos, Lillard improvisou tanto a fala “meus pais vão ficar tão bravos comigo!” quanto “você me acertou com o telefone, seu idiota!”. Esta última, inclusive, foi uma reação genuína do ator. Tudo isso porque, devido ao sangue falso, o telefone sem fio ficou grudado na mão de Skeet Ulrich, que deveria ter apenas atirado o objeto de raspão no companheiro. Por causa disso, o intérprete de Billy Loomis, inadvertidamente atingiu Lillard na cabeça, rendendo um momento marcante do filme.  

Outro ator que sofreu um acidente durante as filmagens foi o próprio Skeet Ulrich. Na cena em que seu personagem é esfaqueado com a ponta de um guarda-chuva, a dublê de Neve Campbell acidentalmente errou a demarcação do colete à prova de balas que o ator usava para se proteger. Por sua vez, o golpe acertou em cheio uma antiga cicatriz de Ulrich que, quando criança, passou por uma delicada cirurgia de coração aberto. Desta forma, o grito de dor que Billy Loomis solta durante a cena é uma reação autêntica do ator, que realmente se contorceu com o golpe. 

Já durante as filmagens de Pânico 3, na cena em que a personagem Jennifer Jolie leva um soco de Gale Weathers, a atriz Parker Posey foi realmente atingida por Courteney Cox. Por mais que não tenha se machucado muito, Posey comentou que o golpe foi suficiente para sua reação ser verdadeira em frente às câmeras.  

10. Selma Blair tem uma participação não creditada em Pânico 2

Conhecida por seus papeis em Legalmente Loira (2001) e Hellboy (2004), a atriz Selma Blair fez uma participação não creditada em Pânico 2. Em uma entrevista concedida nos anos 2010, Blair revelou que emprestou sua a voz para amiga com quem Cici Cooper, personagem de Sarah Michelle Gellar, conversa ao telefone. Embora não interajam em frente às telas, as duas atrizes se reencontraram dois anos depois no filme Segundas Intenções (1999). 

11. Sarah Michelle Gellar assinou o contrato sem ler o roteiro 

Inclusive, Sarah Michelle Gellar era tão fã do primeiro filme dirigido por Wes Craven que aceitou o papel de Cici Cooper em Pânico 2 sem ler o roteiro! Segundo relatos, a atriz concordou em participar da produção sem ter ideia de quem seria sua personagem e quanto tempo de tela ela teria. Na época, Gellar estava filmando a segunda temporada de Buffy, a Caça Vampiros e o slasher Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado, o que fez com que sua agenda fosse extremamente disputada e as filmagens de Pânico 2 fossem encaixadas no fim de semana. 

David Arquette, Neve Campbell, Courteney Cox Arquette, Sarah Michelle Gellar, Jamie Kennedy, Jerry O’Connell

Outra curiosidade relacionada à atriz é que ela foi a única pessoa entre o elenco dos dois primeiros filmes a conversar com Roger L. Jackson, a voz de Ghostface, pelo telefone entre as filmagens, batendo um papo rápido com o intérprete. Segundo Jackson, Gellar também era uma das únicas atrizes que não hesitava em provocá-lo durante as ligações filmadas em frente às câmeras. 

12. Demissões polêmicas 

Como nem tudo são flores, a história da franquia também é marcada por demissões polêmicas. O diretor de fotografia do primeiro filme, Mark Irwin, por exemplo, foi demitido uma semana antes do término da produção. Entre relatos contraditórios, um dos motivos que levaram à sua demissão foi o fato de que suas filmagens estavam desfocadas. Contudo, segundo o próprio Irwin, isso não era verdade, já que as cenas em questão foram utilizadas no corte final do filme. O cinegrafista afirmou em uma entrevista que com a sua demissão a produção recebeu dinheiro para duas semanas extras de refilmagem, sendo que este valor foi utilizado na conclusão do filme e não em novas filmagens. 

Já a produtora Cathy Konrad, que participou ativamente dos três primeiros filmes, teve um desentendimento com Bob Weinstein entre as filmagens de Pânico 3 e Pânico 4. Isso fez com que Konrad não participasse do quarto filme, algo que a produtora só descobriu quando viu sua demissão sendo noticiada em diversas fontes da imprensa. Em maio de 2010, ela entrou então com um processo contra a Weinstein Company, alegando que havia ocorrido uma violação do acordo escrito. No fim das contas, o processo foi resolvido de forma extrajudicial em 2011.

Recentemente, a demissão mais polêmica envolveu a atriz Melissa Barrera, que ficou conhecida por interpretar Sam Carpenter em Pânico (2022) e Pânico VI (2023). Embora fosse uma das protagonistas da nova geração da franquia, Barrera foi demitida após se manifestar publicamente em apoio à Palestina durante o conflito em curso com Israel. Em novembro de 2023, a atriz foi “dispensada” do papel principal que exerceria em Pânico 7, o que marcou uma série de turbulências na produção da sequência. 

13. Saídas inesperadas

Ao longo de quase trinta anos, Pânico se destacou no mundo do terror por conseguir manter grande parte de seu elenco e equipe criativa durante a produção contínua de novos filmes. No entanto, isso não significa que a franquia não enfrentou saídas inesperadas. O roteirista Kevin Williamson, por exemplo, não retornou para Pânico 3 (2000).

Na época, Williamson, que havia se tornado uma figura importante em Hollywood, estava envolvido com outros projetos, como a série de televisão Wasteland e o filme Tentação Fatal. O roteirista forneceu então um esboço de cinco páginas para a sequência, o que levou à contratação de Ehren Kruger para a tarefa de desenvolver a história completa. No entanto, devido à fatores externos, como a tragédia do massacre de Columbine em 1999, a visão original de Williamson foi abandonada pelo estúdio, que optou por investir em um conceito mais cômico de “filme dentro de filme”.  

Já os longas mais recentes da franquia também enfrentaram saídas súbitas. Durante o desenvolvimento inicial de Pânico 7 (2026), a dupla de cineastas Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, responsável por Pânico (2022) e Pânico VI (2023), abandonou o projeto devido a conflitos de agenda com seu filme Abigail (2024). O cineasta Christopher Landon, conhecido por filmes como A Morte te Dá Parabéns (2017) e Freaky – No Corpo de Um Assassino (2020), foi contratado para assumir a direção. No entanto, após a demissão de Melissa Barrera em novembro de 2023, Landon tomou a decisão de se afastar da produção, anunciando algum tempo depois que havia oficialmente deixado o filme. Segundo o cineasta: “Tomei a decisão de me afastar cerca de uma semana depois que demitiram Melissa. Não havia mais filme. Todo o roteiro era sobre ela. Eu não aceitei fazer um filme de Pânico. Aceitei fazer aquele filme. Quando ele deixou de existir, segui em frente.” Em paralelo, a franquia ainda presenciou outra perda inesperada quando a atriz Jenna Ortega, que deu vida à Tara Carpenter nos últimos dois filmes, anunciou que não retornaria para Pânico 7 devido a conflitos de agenda com a série Wandinha

14. A saída (e o retorno) de Neve Campbell

Diferentemente de muitos slashers e filmes de terror que constantemente trocam suas protagonistas, Pânico surpreendeu os espectadores com a presença constante da garota final Sidney Prescott, interpretada por Neve Campbell. Após o primeiro filme, a atriz alcançou estrelato e ganhou reconhecimento como uma “rainha do grito”, mas sempre encontrou tempo em sua agenda para retornar à franquia de Ghostface. Contudo, depois de aparecer em Pânico (2022), Campbell chocou os fãs ao anunciar que não retornaria para o próximo filme, o qual se tornou o primeiro da série a não contar com a sua participação. A saída da atriz aconteceu devido à disputas salariais com a Paramount, de forma que Campbell disse que não suportaria entrar no set de filmagens se sentindo desvalorizada e sabendo que a oferta seria diferente se ela fosse homem. 

No entanto, após as perdas inesperadas de Pânico 7, Campbell anunciou que estava retornando para a franquia. Segundo a atriz, que é a protagonista do novo filme que chega aos cinemas em 2026, o estúdio não apenas pediu desculpas pelos desentendimentos anteriores, como também apresentou um valor inicial muito mais apropriado para as negociações, o que garantiu que Sidney Prescott voltasse para o longa que agora conta com direção de Kevin Williamson. 

15. Alguns personagens queridos não deveriam ter sobrevivido

Um dos personagens mais queridos pelos fãs, Dewey Riley originalmente não deveria ter sobrevivido ao primeiro filme! Os planos eram que o xerife adjunto deveria morrer após ser esfaqueado por Ghostface. Contudo, Wes Craven gostou tanto do personagem que decidiu filmar uma cena extra caso ele fosse bem recebido pelo público das exibições teste. Dito e feito! O público adorou tanto Dewey que o cineasta decidiu inserir o final em que ele é carregado para dentro de uma ambulância. A prova de que o xerife adjunto deveria morrer em Pânico pode ser vista no próprio filme, inclusive. Se observarmos com atenção é possível reparar que quando Dewey está inconsciente no chão ele não está respirando… porque deveria estar morto. 

Assim como o personagem de David Arquette, Chad Meeks-Martin também não deveria ter sobrevivido aos eventos de Pânico (2022). Interpretado por Mason Gooding, o irmão gêmeo de Mindy inicialmente morreria durante a festa do ato final, sendo brutalmente esfaqueado por Ghostface.

No entanto, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett gostaram tanto de Gooding e ficaram tão impressionados com a sua atuação que decidiram alterar o roteiro para que seu personagem sobrevivesse e retornasse nas sequências. Em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, Matt Bettinelli-Olpin comentou que assim que conheceu o ator soube que não poderiam matar Chad: “Mason tem que estar nos outros filmes. Esse cara é incrível! Seria uma loucura escolher alguém tão carismático e simplesmente matá-lo. Fui a uma sessão neste fim de semana para assistir com público. Ouvi um suspiro alto, quase catártico. Dava para sentir que as pessoas ficaram aliviadas por ele ter sobrevivido. Nós também.”

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LEIA TAMBÉM: Qual o melhor Ghostface da franquia Pânico?

Sobre DarkSide

Avatar photoEles bem que tentaram nos vender um mundo perfeito. Não é nossa culpa se enxergamos as marcas de sangue embaixo do tapete. Na verdade, essa é a nossa maldição. Somos íntimos das sombras. Sentimos o frio que habita os corações humanos. Conhecemos o medo de perto, por vezes, até rimos dele. Dentro de nós, é sempre meia-noite. É inútil resistir. Faça um pacto com quem reconhece a beleza d’ O terror. O terror. Você é um dos nossos.

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