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Atriz Halle Bailey será Ariel em live-action de A Pequena Sereia

Ainda sem data de estreia, o longa também deve contar com Jacob Tremblay e Melissa McCarthy no elenco

A atriz norte-americana Halle Bailey foi anunciada nesta quarta-feira no papel de Ariel no live-action do filme A Pequena Sereia, que ainda não tem data prevista de estreia. A informação foi confirmada pelo diretor Rob Marshall e a produção do filme deve ficar para o começo de 2020.

Ao The Hollywood Reporter, Marshall garantiu encontrou uma voz à altura da Ariel. “Após uma busca extensa, estava bem claro que Halle possui a rara combinação de espírito, coração, juventude, inocência e substância, além de uma voz gloriosa — todas qualidades intrínsecas para esse papel icônico.”. Bailey interpreta Skylar Forster na série Grown-ish (spin-off de Black-ish, do canal ABC), ao lado de sua irmã Chloe Bailey, no papel de Kazlyn Forster.

Além de atuarem juntas na série, as irmãs também são a dupla Chloe x Halle, que começou no YouTube com covers de músicas pop conhecidas, foram descobertas por Beyoncé e conseguiram um contrato com a gravadora da cantora. No Twitter, a dupla postou uma imagem não-oficial do longa com a legenda “dream come true…” (um sonho vira realidade).

O ator-mirim Jacob Tremblay (Extraordinário) e Awkwafina também estão em negociações para integrar o elenco, segundo site  The Hollywood Reporter. A atriz Melissa McCarthy deve ser a vilã Úrsula, mas ainda não há confirmação.

A fábula dark original de A Pequena Sereia, escrita por  Hans Christian Andersen e originalmente publicada em 1837, difere-se muito da animação da Disney, de 1989, com sua versão colorida e afável. E, pela DarkSide Books, a pequena sereia se revelou ainda mais real e próxima de nós com Gaia, em A Pequena Sereia & o Reino das Ilusões, de Louise O’Neill. Releitura de um dos contos mais famosos da história, o livro apresenta a jovem sereia chamada Gaia, que luta contra as imposições de uma sociedade subaquática sexista e patriarcal. O’Neill reimagina o sombrio conto de  Andersen com um novo olhar e cria um universo distópico para tirar o leitor da zona de conforto e fazê-lo refletir sobre a sociedade atual.

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