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5 Lições presentes em Mulheres Extraordinárias

Mary Shelley e Mary Wollstonecraft deixaram não apenas um legado para a literatura, mas também para as futuras gerações.

Mãe e filha. De um lado, a autora de Reivindicação dos Direitos da Mulher, uma das obras fundadoras do feminismo. De outro, a criadora de Frankenstein, verdadeiro ícone do terror. Mary Wollstonecraft e Mary Shelley nunca se conheceram de fato — Wollstonecraft morreu dez dias depois de dar à luz, de febre puerperal —, mas suas histórias estão entrelaçadas por escolhas, sonhos e tragédias curiosamente similares. 

Mulheres Extraordinárias: As Criadoras e a Criatura é o primeiro estudo de fôlego da vida dessas duas mulheres que compartilham um legado literário transformador. O novo livro de não ficção a integrar a marca DarkLove é a leitura perfeita para quem busca descortinar essas duas vozes revolucionárias e seu legado de resistência feminina. 

Há tanto a se aprender com Mary Shelley e Mary Wollstonecraft. No post de hoje, separamos cinco lições que Mulheres Extraordinárias: As Criadoras e a Criatura pode nos ensinar.

Coragem, sempre

Mary Shelley e Mary Wollstonecraft violaram regras ao lutarem por seus ideais. Elas viveram em uma época em que as mulheres eram consideradas incapazes de conduzir sua própria vida. Naquele período, o próprio conceito de direitos das mulheres era algo absurdo. Mãe e filha enfrentaram com coragem as críticas de seus pares, escreveram sobre tabus, lutaram contra as injustiças que as mulheres enfrentavam e escreveram livros que revolucionaram a história.

Ser vulnerável faz parte do processo

Para mãe e filha, a liberdade era a coisa que mais importava. Ambas acreditavam que a razão humana e a capacidade de amar podem melhorar o mundo, e que os grandes inimigos da felicidade são a ignorância, a pobreza, a crueldade e a tirania. Mas lutar pelo que se acredita tem um custo. Elas lidaram com o descaso e com as fofocas e ridicularizações alheias, e por vezes foram engolidas pela solidão, mergulhadas em estados de espírito taciturnos e sentiram-se abandonadas pelas pessoas que mais amavam. 

Lute pelo que você acredita

Mary Shelley e Mary Wollstonecraft jamais imaginariam que suas vozes ecoariam até os dias de hoje para serem reproduzidas dentro de salas de aula em escolas e universidades. Embora as ofensas, zombarias e ataques que sofreram tenham deixado uma marca, isso não as impediu de sonhar com um mundo mais igualitário, em que seus leitores concordariam com suas ideias de que as mulheres são iguais aos homens, de que todas as pessoas merecem os mesmos direitos e de que toda pessoa tem direito à justiça e à liberdade. 

Não subestime o impacto que você causa nos outros

Mary Wollstonecraft jamais poderia imaginar que causaria tamanho impacto sobre a filha com a qual conviveu por apenas dez dias antes de morrer. Mas, por mais inusitado que pareça, a influência de Wollstonecraft foi profunda. Ao longo da vida, Shelley leu e releu os livros da mãe e ansiava viver de acordo com seus princípios, satisfazer suas aspirações e resgatar Wollstonecraft das sombras da história.

Sempre aceite desafios

Frankenstein não existiria se Mary Shelley tivesse se recusado a participar do desafio de escrever uma história de terror. A noite tempestuosa na Vila Diodati entrou para a história, e o fruto de sua ousadia é reverenciado até hoje por leitores e estudiosos de todo o mundo.

LEIA TAMBÉM: AS (NOVAS) AUTORAS DARKLOVE E SUAS OBRAS NO SELO

Sobre DarkSide

Eles bem que tentaram nos vender um mundo perfeito. Não é nossa culpa se enxergamos as marcas de sangue embaixo do tapete. Na verdade, essa é a nossa maldição. Somos íntimos das sombras. Sentimos o frio que habita os corações humanos. Conhecemos o medo de perto, por vezes, até rimos dele. Dentro de nós, é sempre meia-noite. É inútil resistir. Faça um pacto com quem reconhece a beleza d’ O terror. O terror. Você é um dos nossos.

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1 Comentário

  • Franklin Siqueira Santos

    18 de agosto de 2021 às 16:15

    A Era Vitoriana cerceava todas as possibilidades emancipatórias das mulheres junto a seus pares, os homens. A submissão inumava quaisquer anseios de soerguer-se, seja no campo das Artes, seja no das Ciências. Estas mulheres são um ícone para todas as que vieram depois.

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