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Agustina Bazterrica: “A literatura de terror é um canal das emoções sociais”

Confira a entrevista do Darkblog com a autora de Saboroso Cadáver

A distopia Saboroso Cadáver nos apresenta a um mundo em que a carne animal se tornou mortal para as pessoas e o canibalismo foi naturalizado. Uma narrativa brutal orquestrada pela escritora argentina Agustina Bazterrica, que estreia no Brasil com essa publicação da DarkSide® Books.

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Embora seja uma obra de ficção, o romance possui similaridades perturbadoras com a realidade, refletindo a forma de agir de ditaduras, a banalização da violência e até mesmo estabelecendo semelhanças aterradoras com a pandemia de Covid-19.

Em entrevista exclusiva ao Darkblog, Bazterrica fala sobre suas inspirações para o livro, o complicado momento pelo qual passa a América Latina, além dos autores e obras que fomentaram sua carreira literária. Uma conversa para ler devorando.

Darkblog: O terror de Saboroso Cadáver tem origem no mal inerente às pessoas ou às circunstâncias peculiares do contexto do livro?

Agustina Bazterrica: Este é um dos grandes dilemas da filosofia, e para respondê-lo teríamos que nos perguntar primeiro o que é o mal. Cito Lautréamont: “O que são então o bem e o mal? São eles a mesma coisa pela qual testemunhamos com raiva a nossa impotência e a paixão de alcançar o infinito pelos meios mais insensatos?”. Esse pensamento de Lautréamont sempre ressoa comigo, de que é a nossa paixão por alcançar o infinito que nos coloca no erro ou na imprudência. Para os astecas não era maldade comer o coração do inimigo, era parte de um ritual, uma oferenda aos deuses. Em muitas outras culturas é naturalizado aquilo que nós consideramos mal. Então, o ser humano é intrinsecamente bom ou mau? Hobbes acreditava que o homem era o lobo do homem, e Rousseau que o ser humano é naturalmente bom. Me inclino mais à resposta de Eric Fromm, que afirma que não existe uma condição humana natural, não se pode dizer que o homem é bom ou mau, mas que existe um conflito humano existencial: por um lado, somos animais com instintos, mas, diferentemente deles, os nosso instintos não são suficientes para a sobrevivência. De certa forma, acontece que somos os animais mais vulneráveis e também aqueles que aspiram ao infinito. A nossa essência é esse claro-escuro social. Como destaca Hannah Arendt em seu conceito da banalidade do mal, temos que estar atentos diante dos comportamentos associados à crueldade, porém, o que importa mesmo é não ser indiferente. O que é realmente prejudicial nem é tanto o mal, mas a indiferença dos bons. O sintoma óbvio dessa banalização do mal também foi denunciado por Susan Sontag em sua análise da indiferença à dor alheia em decorrência da saturação de imagens de destruição e carnificina.

D: Você acredita ser possível que algum dia possamos viver como no livro?

AB: Espero de verdade que não, mas diria que não é altamente improvável. Dou um exemplo real: por que hoje bebemos leite de vaca e não de girafa, ou rata, ou qualquer outro mamífero? Porque ao longo dos anos uma indústria milionária nos disse que o leite de vaca fornece cálcio e muitíssimos outros benefícios, e nós não questionamos isso. Poucas pessoas se atentam ao detalhe de que o leite da vaca é feito para o bezerro, não para um humano. Então, seria tão louco assim pensar que, dadas as circunstâncias, e se entrarmos em um circuito no qual a ciência nos mostra determinado caminho, nós acabaremos naturalizando o consumo de carne humana?

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D: Ainda que sejam bem diferentes, existe alguma semelhança entre a pandemia do livro e a que estamos vivendo atualmente?

AB: Sim, há semelhanças apavorantes. No meu livro o vírus é questionado, há personagens que o consideram uma invenção para reduzir a população, e, apesar de hoje sabermos que o vírus da Covid-19 é real, no início da pandemia muitas pessoas questionaram sua existência. Acredita-se também que seja um vírus zoonótico (o famoso morcego na sopa), um vírus que fez um salto entre espécies, o que também é levantado no meu livro. Além disso, em Saboroso Cadáver um fator importante para que as pessoas comecem a comer carne humana é a manipulação para deixar de ver o outro como humano, a suspensão da análise crítica, e isso se dá através do medo. A realidade supera a ficção. Uma das questões que mais me impressionaram no começo da pandemia é que na China foi divulgada uma fake news dizendo que os animais domésticos estavam espalhando o vírus e as pessoas começaram a jogá-los dos terraços dos prédios. Os donos mataram seus animais saudáveis por medo.

Créditos: Denise Giovanelli

D: Qual o risco de criar uma ficção de terror em um momento em que a realidade não se cansa de nos apresentar diariamente uma quantidade considerável de horrores, maiores e menores, passageiros e duradouros?

AB: É muito interessante pensar nisso. Sei bem do que falam porque ser argentina significa estar diariamente em um país onde a realidade supera a ficção. Diria que é uma característica que compartilhamos com outros países da América Latina, onde, vale a pena lembrar, nasceu o realismo mágico. Como dizem, os horrores aqui têm sido de todos os tipos. [Margaret] Atwood se baseou para escrever a distopia O Conto da Aia na apropriação de bebês da última ditadura militar argentina. Convivemos com uma angústia profunda pelos desaparecidos nas ditaduras latino-americanas, vivemos em terrores econômicos que perfuram a segurança do dia a dia com a hiperinflação. No meu país estamos vivendo o confisco das poupanças de uma vida inteira. Nós o chamamos de el corralito, em 2001 certo dia acordamos com um decreto do governo que nos impedia de sacar o nosso dinheiro no banco. Outro ponto é a insegurança nas ruas, de que te matem para roubar um celular, da violência, dos feminicídios e posso citar outros exemplos… Então, acredito que, para mim, a literatura de terror é um canal das emoções sociais, um caminho, um fluxo de toda essa realidade dramática, e é por isso que a minha literatura sugere possibilidades fantásticas, embora não as confirme. Poderia existir um mundo no qual o canibalismo seja lei? Parece irreal, parece impossível, mas imagino que para um argentino não seja uma conjuntura tão maluca. Canibalismo? Sim, é claro que é possível um canibalismo simbólico, eu o vivo todos os dias. De fato, há 25 anos na prisão de Sierra Chica, na província de Buenos Aires, um grupo de presos chamados “Os Doze Apóstolos” fez 17 reféns, matou oito presidiários e fez empanadas com carne humana.

Tomando outro aspecto da pergunta, do risco na criação de ficção de terror, parece algo catártico. De certo modo, ao ler literatura de terror nós gostamos, nos sentimos seguros porque sabemos que se trata de ficção. É atraente ser cercado pelo fogo quando sabemos que não podemos nos queimar. É bem improvável (não digo impossível) que amanhã comece um apocalipse zumbi, portanto, o tabu de que o nosso melhor amigo queira comer o nosso cérebro nos aterroriza e nos cativa com a mesma intensidade. Acrescento que o fascinante da literatura em geral, da boa literatura, é ela nos seduz, nos provoca questionamentos, nos distrai, nos entretém e nos ajuda a pensar de modo crítico. Então, quando leio sobre zumbis me pergunto: “O que significam essas presenças urbanas aterrorizantes? Será que os zumbis representam a massa anônima das grandes cidades? Seria essa multidão solitária uma ameaça constante? Ou seria uma crítica direta ao consumismo dessas sociedades modernas que nos impede de pensar, de refletir? Há um motivo para os zumbis consumirem cérebros. E o terror é um recurso insuperável para esse tipo de analogia, permite uma variedade de aproximações. Vejamos o Drácula, por exemplo, que simboliza a aristocracia sugando o sangue das classes baixas. Definitivamente, o calafrio, o medo, o terror me atraem e me permitem continuar entendendo, aprofundando o mistério, o sinistro, o obscuro.     

D: No seu livro a linguagem é fundamental para a adaptação da nova realidade. Que importância você dá à linguagem na realidade em que vivemos? O início da mudança ocorre através da linguagem?

AB: Sim, a linguagem é fundamental tanto no livro como na vida. Trabalhei com bastante consciência porque é algo vivo. A fala é algo político, nunca é inocente, e as palavras que dizemos ou que deixamos de dizer falam sobre a maneira com que cada um de nós vê o mundo. A linguagem encobre ou revela. Barthes nos revela o poder das palavras e, claro, destaca que a linguagem é uma construção social, portanto, constrói a nossa identidade. Não é necessário ser um linguista para entender isso, e os regimes totalitários sabem disso muito bem, porque ao limitar a linguagem também se limita o pensamento. Há uma citação do líder nazista Joseph Goebbels que diz: “Nós não queremos convencer as pessoas das nossas ideias, queremos reduzir o vocabulário de tal forma que não possam expressar ideias que não sejam as nossas”. Essa frase resume o que acontece com a linguagem em Saboroso Cadáver. Palavras são proibidas para que a nova realidade seja aceita com submissão, seja naturalizada.

Portanto, para naturalizar o canibalismo, palavras como “canibal” são proibidas. Também trabalhei com os silêncios, com o que não se diz, que é outra forma de absorver, porque ao não dizer certas coisas passamos a aceitar e, portanto, nos tornamos cúmplices dessa violência, dessa invisibilidade. Com a negação ajudamos a construir e a perpetuar essa realidade. Quando não se fala de feminicídios, se dá lugar à impunidade, a pensar que a vida das mulheres não tem valor, como foi feito durante anos. Ao dar nome e entender os atos de violência, nós lhes damos substância, e podemos trabalhar para preveni-los.

A palavra tem um poder enorme. As palavras podem trocar realidades ou podem consolidá-las. Um dos exemplos que considero importante é que na língua espanhola existem 101 sinônimos para a palavra “puta”, e não há uma palavra sequer com o mesmo significado para os homens. Isso mostra que, apesar de todos os avanços, vivemos em pleno patriarcado, e todos esses 101 sinônimos são negativos, o que nos leva a pensar que uma mulher que faz sexo com muitas pessoas está cometendo algum tipo de contravenção ou crime. Agora que estamos começando a transcender a matriz do patriarcado, que estamos começando a quebrá-la, acredito que seja importante ressignificar certas palavras, inclusive “puta”, como algo positivo.

D: Os prêmios mudaram algo em relação à recepção do livro?

AB: É algo interessante, porque os prêmios deram a oportunidade de que o livro fosse lido por mais pessoas. Os prêmios dão visibilidade às obras, mas ao mesmo tempo não garantem que funcionarão para os leitores. O que acontece com Saboroso Cadáver é que, como diz Julieta Obedman, minha editora em Buenos Aires, é um livro que queima, e os leitores sentem necessidade de compartilhar essa sensação com outras pessoas. É por isso que elas o dão, o recomendam. É um livro que tem vida própria e floresce em lugares insólitos. Em muitas escolas da Argentina, professores o colocam como leitura recomendada em seus programas e me convidam para conversar, já conversei em mais de 30 escolas e isso acontece independentemente dos prêmios. Tem gente que o compra sem saber que é um livro premiado. O que importa, de verdade, é o que acontece com os leitores quando leem uma obra. Eu tenho vivência de leitora, às vezes leio obras bem premiadas que não me desafiam, que não geram nada para mim, e obras que ninguém destaca, mas que me impressionam.

D: Entre clássicos e contemporâneos, quais são os autores obrigatórios para você? Quais abriram a sua mente e fizeram você querer escrever? Você recomenda alguma distopia?

AB: São muitos os autores e a lista muda direto, porque leio o tempo inteiro. Destaco alguns: Clarice Lispector, Albert Camus, James Joyce, Juan Rulfo, William Faulkner, Andrés Rivera, Flannery O’Connor, Carlos Fuentes, Juan José Saer, John Kennedy Toole, Franz Kafka, Gustave Flaubert, Virginia Woolf, Jamaica Kincad, Loorie Moore, Julio Cortázar. Também recomendo as distopias: Frío/Subte [Frio/Metrô] de Rafael Pinedo, Quema [Queimando] de Ariadna Castarllenau e O Conto da Aia de Margaret Atwood.

D: Como você vê esse movimento de escritoras de terror latino-americanas? Quais nomes você segue e admira?

AB: Existem muitas pessoas escrevendo excelentes livros de terror. Penso em Diego Muzzio e seu maravilhoso livro Las Esferas Invisibles [As esferas invisíveis], por exemplo. Mas é verdade, muitos desses valiosos livros foram escritos por mulheres. Cito algumas: a mexicana Fernanda Melchor com o seu Temporada de Furacões, que é um livro muito difícil pelo assunto doloroso que aborda, mas magnético por ser tão bem escrito; a equatoriana Mónica Ojeda com o seu livro de contos Las Voladoras [Os voadores], belíssimo e cruel; María Fernanda Ampuero, que também é equatoriana, com seu fortíssimo livro Rinha de Galos; a colombiana Pilar Quintana com seu livro A Cachorra, no qual a natureza é uma ameaça latente; a boliviana Giovana Rivero; ou a russa Anna Starobinets, com o seu An Awkward Age [Uma idade esquisita], que é simplesmente maravilhoso; as argentinas Samantha Schweblin, que levou a estranheza e o sinistro a outro nível; e a rainha indiscutível do terror argentino, Mariana Enriquez, que se dedica a escrever terror. Todas elas, e muitas outras que espero ler, estão tendo tanto sucesso porque escrevem literatura de qualidade, porque tocam em temas universais, porque falam da condição humana de diferentes perspectivas e porque suas vozes são esclarecedoras, inovadoras, poderosas, independentemente do gênero que escrevam.

D: Você acha que esse movimento é algo que veio para realmente se firmar, consolidar e expandir, ou é só mais uma das muitas ondas criadas pela imprensa e pelo mercado editorial?

AB: Não existe imprensa ou marketing que possa sustentar um livro ao longo do tempo se o livro não for bom. Ainda mais hoje em dia, com as redes nas quais milhares de leitores recomendam ou destroem livros. Portanto, se os livros circulam, se as pessoas os leem e os recomendam é porque são desafiadas de alguma forma, é porque existe algo naquele livro que as toca e as comove. Os leitores estão ávidos por ler outras vozes, outros pontos de vista, isso não é um movimento artificial feito pelo marketing editorial, é uma nova realidade. Durante séculos se leu o ponto de vista de escritores homens, agora há a necessidade de somar as outras vozes, de entender como pensa a outra metade do planeta, as mulheres, as pessoas não binárias, a comunidade LGBTQIA +.

D: O que você conhece e recomenda da literatura brasileira?

AB: Li da Ana Paula Maia o livro De Gados e Homens, que foi fundamental para poder escrever Saboroso Cadáver. Falei isso pessoalmente a ela quando dividimos uma mesa na Feira do Livro de Buenos Aires, para a qual ela veio como convidada. Graças ao livro dela eu tive a minha primeira abordagem de como funcionam os frigoríficos e, embora tenha feito muitas pesquisas depois, o livro dela foi a base para começar essa investigação. Além de tudo, é um ótimo livro.

Uma das minhas escritoras preferidas de todos os tempos é Clarice Lispector. Li seu romance A Paixão Segundo G. H. muitas vezes e sempre me surpreendo com a profundidade do pensamento. Seu conto “Amor” é ministrado em nossas oficinas de escrita e leitura porque nunca deixamos de nos maravilhar com tudo o que ele diz, com todos os temas refletidos em tão poucas páginas. É uma das minhas mestras. Eu aprendo lendo suas obras.

D: Qual a sua expectativa para a sua primeira publicação no Brasil?

AB: Estou feliz por vários motivos. Primeiro pela oportunidade de publicar aí, é uma honra e uma alegria imensa porque a minha relação com o Brasil é especial, é bonita. A minha irmã vive em São Paulo, está casada com Ricardo, que é brasileiro, os meus sobrinhos falam português e espanhol e serão os primeiros leitores da tradução. Além disso, a minha irmã, que é uma grande leitora, já comprou livros da DarkSide® e me disse que as edições são belíssimas, de qualidade enorme, inclusivas e que são livros para colecionar. Por outro lado, conversei com a tradutora que me contatou e sei que ela fez um trabalho sério e apaixonado. Já viajei várias vezes ao Brasil e me deixa muito feliz pensar que o seu bonito povo irá ler um dos meus livros.

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Sobre DarkSide

Eles bem que tentaram nos vender um mundo perfeito. Não é nossa culpa se enxergamos as marcas de sangue embaixo do tapete. Na verdade, essa é a nossa maldição. Somos íntimos das sombras. Sentimos o frio que habita os corações humanos. Conhecemos o medo de perto, por vezes, até rimos dele. Dentro de nós, é sempre meia-noite. É inútil resistir. Faça um pacto com quem reconhece a beleza d’ O terror. O terror. Você é um dos nossos.

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2 Comentários

  • Andrea

    6 de julho de 2022 às 17:21

    Que entrevista maravilhosa, Caveira!!

  • Nallucahh

    10 de julho de 2022 às 15:19

    Comprei o livro a +/- 2 dias, e já é viciante, Cadáver saboroso vai te consumindo e você vai vivendo junto, aprendendo, entendendo aquele mundo e enxergando com outros olhos a realidade, é um sentimento estranho, mas viciante. A autor descreve de forma tão vivida que nunca havia lido antes. Obrigada Caveira por mais uma oportunidade incrível.

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