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As flores do inferno

Como foi traduzir a coleção Livros de Sangue

05/10/2023

Nem tudo é assim tão perfeito.
Os vivos têm estradas.
De terra.

Em março de 2020, fugindo do foco central da pandemia, atravessei tal qual um foragido a terra devastada entre São Paulo e Irecê, minha cidade natal no interior baiano, em um decrépito Renault Kwid 1.0 alugado, acompanhado de meu primo Marcelo. Realizamos grande parte da viagem por estradas de terra secundárias, pois os agentes sanitários baianos não permitiam a entrada de nosso veículo sulista em suas cidades — com algumas dezenas de mortos no país, esse foi o período em que mais tememos a nova moléstia. O mundo parecia dominado por um vazio desesperador, e o horror — fastidioso, desfigurado, anestesiado na forma de números frios em tabelas estatísticas — era uma manchete cotidiana.

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Alguns meses depois, recebi do nada um convite de Raquel “Annabelle” Moritz para traduzir um livro “bonitão, porém com prazo apertadíssimo”. Por conta da pandemia, a DarkSide® Books dera uma pausa nas publicações havia alguns meses. Eu sofria com a quarentena e com as imposturas de nosso presidente e seu séquito bovino, suando no sertão baiano, enquanto tentava manter firme a sanidade mental, brincando com meus filhos, fazendo caminhadas, trabalhando em minha tese e tentando escrever um romance policial. Portanto, quando recebi aquele convite, dominado pela euforia, foquei no “bonitão”: a tela do computador pareceu embaçar as palavras “prazo” e “apertadíssimo”. Aceitei sem nem saber qual era o livro (ou o prazo). Foi uma loucura, mas uma loucura da qual tenho muito orgulho, pois se tratava do primeiro volume dos Livros de Sangue.

livros de sangue

A primeira vez em que eu tinha ouvido falar dos Livros de Sangue foi no evento em que conheci pessoalmente grande parte da equipe da DarkSide, quando eu estava traduzindo o primeiro livro para a casa. Após um bate-papo, alguém perguntou ao pessoal da editora se havia intenção de publicar o livro de Barker. Depois do evento, eles me contaram que já estavam cansados de responder a essa pergunta. Por mais que os leitores estivessem certos — não há melhor casa para Barker —, o interesse dos editores é apenas um entre os diversos fatores que determinam a inclusão de um livro no catálogo. 

Todo leitor tem aquela lista de livros e autores dos quais sempre ouve falar, mas demora a conhecer efetivamente — o que há entre as capas: o que importa. Quando recebi o convite para traduzi-lo, Barker me era quase um desses autores. Até então, de sua vasta obra, eu só havia lido a versão em quadrinhos de O Ladrão da Eternidade, havia traduzido o conto “Pidgin e Theresa” para a Antologia Macabra, e no fim de 2019, nove meses antes do convite, tinha lido Candyman (o único que não traduzi) durante uma viagem de ônibus a Porto Alegre, cidade em que, por coincidência, folheei uma edição de bolso de Books of Blood. Na época, não tinha assistido a nenhum dos filmes, sejam dirigidos ou apenas baseados na obra do garoto de Liverpool. 

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Se juntarmos os relatos dos fãs de Barker — e uma boa maneira de se fazer isso seria revisitar as introduções de cada volume dos Livros de Sangue, escritas por fãs ilustres —, percebemos que todos eles conheceram a obra do mestre há muito tempo, por meio da leitura dos livros e quadrinhos ou pelos filmes. Eu talvez seja um dos poucos casos cujo primeiro contato denso com sua obra tenha sido traduzindo, em suma, lendo e relendo atentamente. Para imergir na obra, planejei criar uma “atmosfera mental” e resolvi me aprofundar em produtos culturais e informações diretamente relacionados a Barker, ou que me deixariam no clima. Lia as adaptações em quadrinhos dos Livros de Sangue conforme fechava a primeira versão de cada conto, e conferia filmes, entrevistas, matérias, curiosidades. 

livros de sangue

Ademais, pertenço à rara estirpe dos operários das letras que trabalham ouvindo música alta. Enquanto o máximo que certos ouvidos literatos toleram são violinos arranhados com delicadeza, minha única resistência é a traduzir ouvindo música em português. Tenho registros precisos do que ouvi durante esses anos de tradução. Ouvi repetidamente todos os discos do System of a Down, And Justice for All… e S&M, do Metallica, Roots e Nation, do Sepultura, o álbum Rage Against the Machine, To Pimp a Butterfly e Damn de Kendrick Lamar, e listas aleatórias de AC/DC, Pixies, The Weeknd, Massive Attack, Tyler, the Creator, Residente, e mais uma centena de bandas e músicos. Curiosamente, durante o final da tradução do primeiro Livros de Sangue, estava ouvindo bastante o álbum The Downward Spiral, do Nine Inch Nails, e descobri que a banda tinha usado em uma canção (“Sin”) uma frase do conto “Nas Montanhas, as Cidades”, exatamente aquele em que eu estava trabalhando. Uma coincidência incrível. 

Como nem tudo é assim tão perfeito, escutei a música e detestei.

O futuro do horror

Nos anos 1980, Stephen King afirmou que via na obra de Barker o futuro do horror. Já eu afirmo que, embora tenham se passado quase quatro décadas — assim como em Shelley, De Quincey, Poe, Baudelaire, Tarchetti, Stevenson, Schwob, Machen, Chambers, Lovecraft, Jackson, Matheson, Tryon, Levin, Straub, Rice, Ligotti, Danielewski, e do próprio King (e melhor pararmos por aqui) —, eu continuo a ver em Barker o futuro do horror.

Em uma primeira leitura, cada conto chama a atenção por conta de seus enredos inusitados e imprevisíveis. Em sua maioria, pessoas comuns — atendentes, burocratas, turistas — exercem alguma atividade cotidiana — pegar o metrô, viajar, trabalhar, fingir trabalhar, apenas andar na rua — e são confrontadas com algo inexplicável ou terrível, do qual não podem escapar; algo nem sempre sobrenatural, mas sempre violento. Em outros, pessoas já violentas — adolescentes furiosos, mafiosos, policiais, serial killers — são confrontadas com seres ainda mais violentos do que eles. 

É possível destacar vários contos pela linha geral de suas tramas: um demônio ridículo, como o fantasma de Canterville de Wilde, tenta em vão condenar a alma de um homem; duas cidades lutam na forma de gigantes formados por pessoas empilhadas; um estudante executa um experimento filosófico pavoroso; o destino da humanidade é decidido em uma maratona; um olho gigante persegue as pessoas em um cinema decadente; um monstro tarado e faminto é despertado de um sono de séculos; um contador assassinado reencarna em sua mortalha; as mãos de um homem lideram uma revolução à cubana contra a tirania do corpo; uma gangue desata monstros em uma cadeia de nós intrincados; um magnata reconstrói o Inferno; velhotes definem a política mundial por meio de corridas de sapos; a Peste Negra é reavivada por uma mulher apaixonada pela Morte; grileiros sofrem uma maldição indígena. 

clive barker livros de sangue

De modo geral, permeiam os contos a simbiose de tânatos (morte) com eros (sexo). A morte e o sexo, quando não se complementam, estão entremeados, dissolvidos em uma única solução. Enriquece tudo isso a variedade de cenários: Londres, Nova York, Paris, Amsterdã, a Berlim da Guerra Fria, as montanhas da antiga Iugoslávia, os desertos do Arizona e do Norte da África, a costa marítima grega e a inglesa, e até mesmo as florestas do Pará.  

Porém, para além das tramas e cenários, o que mais me impressiona na série é a imaginação de Barker para elaborar seres ou situações grotescas. Embora os contos estejam permeados pelas criaturas do repertório clássico do horror, como fantasmas, lobisomens, aliens, monstros antropófagos, monstros antropomorfos, o orangotango de Poe, o Inferno de Dante, o Livro do Apocalipse, demônios de toda sorte, além da boa e velha maldade humana, Barker se supera ao criar seres e situações deveras particulares. 

Quando pensamos que as vívidas descrições de vítimas esquartejadas por um serial killer no metrô de Nova York já eram muito chocantes, surgem os Patriarcas, carecas, flácidos, vestindo peles humanas apodrecidas. Poucos contos depois, um casal de turistas é surpreendido por uma avalanche de corpos despedaçados. E a cada livro, uma escalada no horror explícito. Uma mulher transforma todos os homens com quem interage em pacotes de carne distorcida. Um rosto se transforma de um lance só em facas e velas e em uma cabeça de abelha. Um grupo paramilitar de caçadores de alienígenas é acimentado vivo. Um trapo retorce por dentro as entranhas de seu algoz. Uma árvore se enche de mãos decepadas vivas. Homens sangram copiosamente ao mero contato com partículas de pó. Demônios fazem uma jam com instrumentos humanos: 

Que instrumentos! Byron estava lá, seus ossos sem o tutano e com furos de flauta, sua bexiga e pulmões, por meio cortes em seu corpo, utilizados como reservas para o fôlego do flautista. Ele estava atravessado sobre o colo do músico, invertido, e naquele mesmo instante era tocado — os sacos inflando, a cabeça sem língua emitindo uma nota de sopro. Dorothea estava caída ao lado dele, não menos transformada, as cordas de sua barriga esticadas entre as pernas imobilizadas como uma lira obscena; seus seios batucavam.

Bem, são trinta contos, e a melhor maneira de conhecê-los é lendo. O que eu quero dizer com este breve catálogo do Inferno de Barker é apenas que, mesmo após anos no processo de tradução, em que eles foram lidos com atenção quadruplicada, não encontrei nenhuma fórmula: é impossível descobrir o que vai acontecer no conto seguinte — na página seguinte. Nada disso seria possível se o estilo de Barker não desse conta de replicar no papel os demônios que atormentavam a sua mente. Na literatura, imaginação e estilo andam juntos. Portanto, dedicaremos um comentário a esse respeito. 

As flores do Inferno

Ainda que elaborado, o estilo de Barker na maior parte do tempo é direto, incisivo, e trabalha sempre em função da narrativa. Nas situações cotidianas, como os contos geralmente começam, a descrição é desprovida de floreios, com alguma intromissão do psicológico dos personagens e diálogos secos, cortantes. Por outro lado, cada personagem, ainda que seja um “figurante” surgido em uma página apenas para morrer na seguinte, tem nome, sobrenome, personalidade, trejeitos, passado, família, desejos, segredos. Dois exemplos ilustrativos presentes neste volume são o do taxista-poeta Byron, e o do zelador Chaplin, do conto “A Última Ilusão”, que poderiam muito bem ser meros “taxista” e “zelador”, sem mais informações.

livros de sangue vol 6

Aos poucos os contos ganham cores, nuances, complexidade, conforme descobrimos do que a história se trata. Então, de modo repentino como uma bala perdida, somos atingidos por uma explosão sensorial. Sempre há uma surpresa, uma mudança de estilo. A prosa visual, tátil, sonora, com uma música particular, alcança outras alturas, como podemos conferir neste trecho de “Nas Montanhas, as Cidades” (Volume 1), um dos contos mais potentes de todos os tempos:

Olhos como gemas pretas e reluzentes encaixadas em rostos quebrados: olhos vendo de cabeça para baixo, em cabeças danificadas, naquelas posições. Olhos em cabeças cuja voz eram uivos sólidos. Olhos em cabeças além dos uivos, além da respiração. Milhares de olhos. (…) 

Ele não queria olhar, mas a mão tocou o seu sapato e ele não teve escolha, além de encarar o dono dela. Um jovem, jazendo como uma suástica de carne, cada junta destroçada.

A descrição das cabeças destroçadas, algumas ainda vivas, e a repetição da palavra “olhos”, além de sonora, transmite a vastidão daquela cena apocalíptica, do horror coletivo — cada um sente suas próprias dores, mas os outros, inclusive as testemunhas, também a sentem de alguma forma. Barker nos segura pela mão e nos obriga a caminhar na ponta dos pés em meio àquele lamaçal de sangue. Ao completar a imagem com a símile do jovem que jazia como uma suástica de carne, Barker acrescenta uma camada de horror à cena, já antes horrível, pois evoca horrores coletivos que realmente aconteceram: em algum momento da vida, todos nós nos chocamos com fotografias da Segunda Guerra. 

Trechos como esse mostram como nenhum elemento na obra de Barker está lá por acaso. Grande conhecedor de artes plásticas, poesia, música, cinema, filosofia, história, arquitetura, política, ele pontilha suas referências de modo discreto, nos nomes de alguns personagens, em falas aparentemente despretensiosas, em figuras de linguagem, e em uma ou outra menção direta. As mais recorrentes são à Bíblia, e a poemas, pinturas e filmes. Na introdução a uma edição estrangeira dos Livros de Sangue, ele menciona sua juventude abastecida pelas discussões com colegas acadêmicos e ao cinema de Franju, Kobayashi, Pasolini e Fellini. Curiosamente, embora também seja prole de Liverpool, até onde pude conferir, não há nenhuma referência aos Beatles.  

clive barker

A versatilidade estilística de Baker também se vê na mistura de gêneros por ele empregada. Ele transita pelo horror visceral, psicológico, cósmico, mistério, thriller, erotismo, surrealismo, paródia, é até pela comédia pastelão. Um mesmo conto pode misturar vários gêneros. “Pavor” (Volume 2), por exemplo, começa com um parágrafo ensaístico digno dos melhores periodistas ingleses do século XVIII:  

Não há deleite equiparável ao do pavor. Se fosse possível sentar-se de maneira invisível entre duas pessoas em qualquer trem, em qualquer sala de espera ou escritório, de tempo em tempo a conversa ouvida circundaria esse assunto. Com certeza o debate poderia aparentar ser sobre algo inteiramente diverso; o estado da nação, um papo despretensioso sobre a morte nas estradas, o preço crescente dos tratamentos dentários; no entanto, despido da metáfora, das alusões, aninhado no cerne do discurso, está o pavor. Enquanto a natureza de Deus e a possibilidade da vida eterna permanecem indiscutidas, mastigamos com alegria as minutas da miséria. Tal síndrome não conhece fronteiras; tanto nas saunas como no auditório de seminários, o mesmo ritual se repete. Com a inevitabilidade da língua que insiste em conferir um dente dolorido, voltamos e voltamos e voltamos aos nossos medos, sentando para discuti-los com a avidez de um faminto diante de um prato de comida quente.

O estilo empregado dialoga perfeitamente com o conteúdo do conto, que é protagonizado por estudantes de filosofia, e antecipa discretamente um elemento gráfico e psicológico de suma importância para a história, “a avidez de um faminto diante de um prato de comida quente”. Mas, para além disso, ele apresenta uma verdade desagradável que fundamenta da filosofia moral aos noticiários sensacionalistas: a miséria causa interesse. No parágrafo seguinte, a história em si começa.  

Há, em todos os contos, uma poesia oculta nos detalhes. O amanhecer em Nova York, um campo de flores, o azul do mar grego, um mosaico romano, uma coleção de artefatos antigos. No entanto, tal qual decadentistas franceses, em seus momentos mais potentes Barker extrai da podridão suas cores, perfumes e sons. No conto “A Era do Desejo” (Volume 4), essa podridão poética é literal:

A luz do sol se derramava entre os prédios, com o seu fervor ampliado. Ele estava prestes a voltar para a multidão quando captou um cheiro e uma visão que o atraíram. Em uma viela que descia a rua inundada pelo calor, três jovens sem camisa estavam parados em meio a pilhas de caixotes de frutas, cada um contendo dúzias de cestos de morangos. Havia um excesso da fruta naquele ano, e no calor implacável grande parte começava a amolecer e apodrecer. O trio de trabalhadores estava vasculhando os cestos, separando as frutas boas das ruins, e jogando os morangos estragados na sarjeta. O cheiro no espaço estreito era avassalador: uma doçura com intensidade que causaria enjoos a qualquer intruso que não fosse Jerome, cujos sentidos tinham perdido toda a capacidade de repulsa ou rejeição. O mundo era o mundo era o mundo; ele o aceitaria, como no casamento, para o bem ou para o mal. Ele parou, observando em transe aquele espetáculo: os separadores de frutas suados, brilhantes sob a luz do sol, mãos, braços e torso salpicados de suco escarlate; o ar estava atordoante, com todos os insetos em busca de néctar; as frutas descartadas se amontoavam na sarjeta em montículos que escorriam.

livros de sangue

Percebam como ele ativa todos os nossos sentidos. O fervor da luz do sol, o odor dos morangos apodrecendo, os trabalhadores suados sem camisa, sujos do sumo dos frutos, o ar abafado, os insetos enlouquecidos, e o chorume escorregadio: por gosto ou por desgosto, todos os nossos sentidos são estimulados em cenas como esta. 

É a união desses elementos que torna a prosa de Barker tão vivaz e inesquecível, e que faz de sua obra um clássico do horror. Durante a leitura dos momentos mais terríveis não apenas compreendemos, mas sentimos o horror. Somos tomados por algo físico, intenso, perfurante, pungente, repugnante (descrições aplicáveis tanto à morte quanto ao sexo) —, um horror imagético, que rasteja sob nossas peles e retinas, mais persistente que os horrores reais que nos rodeiam. 

Barker encerra a série afirmando que os mortos têm estradas, e apenas os vivos estão perdidos. É verdade, mas ao menos nós, vivos, temos a arte.

LEIA TAMBÉM: PESADELOS EM TINTA: CONHEÇA CLIVE BARKER, O MESTRE DO HORROR VISCERAL

Sobre Paulo Raviere

Avatar photoPaulo Raviere nasceu em Irecê-BA, em 1986. Colaborou com o Blog do IMS e as revistas Pesquisa FAPESP, Barril, Serrote e Piauí. É editor da DarkSide®️ Books, pela qual também publicou traduções de obras de Robert Louis Stevenson, Bret Easton Ellis, Donald Ray Pollock, Clive Barker, Joseph Conrad, David L. Carlson e Landis Blair, entre outros. Tem mestrado em tradução pela UFBA e atualmente pesquisa e traduz a obra de Charles Lamb em doutorado na FFLCH-USP. Todos se Lavam no Sangue do Sol é seu primeiro romance publicado pela DarkSide®️ Books. Saiba mais em raviere.wordpress.com.

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