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5 livros da DarkSide® para ampliar o seu entendimento sobre bruxas

Boas, trevosas, mágicas ou somente sábias e independentes, as suas definições de bruxas precisam ser atualizadas neste Halloween

Você é uma bruxa boa ou uma bruxa má? A pergunta feita em O Mágico de Oz pode não fazer muito sentido para quem sempre associou a bruxaria a algo maligno, mas ela resume de forma bem simples a incompreensão que paira sobre as bruxas.

Desde pequenos somos levados a acreditar que bruxas são más. Histórias como Branca de Neve e João e Maria sempre retratavam estas mulheres como seres perversos, invejosos e que faziam maldades por pura crueldade. Normalmente elas possuíam poderes, poções mágicas, uma vassoura voadora e um gato preto. Eram seres mágicos do mal.

Mágico de Oz

Mas afinal, quem eram as bruxas?

Responder esta pergunta não é uma tarefa simples. Desde que a história da humanidade passou a ser escrita existem registros de mulheres com poderes que poderiam ser classificadas como bruxas. E isso não é exclusividade de nenhum povo, há bruxas na mitologia grega, na história da Grã-Bretanha e até mesmo em tribos da América pré-colombiana.

Muitas vezes descritas como personagens mágicos, o que difere as bruxas de outras criaturas sobrenaturais é que elas eram inspiradas em pessoas reais. De forma resumida, bruxas eram mulheres que transgrediram os valores morais de suas épocas. Normalmente eram mulheres mais velhas (ou que simplesmente passaram da idade de casar), que optaram por ficar solteiras, possuíam conhecimentos sobre ervas e propriedades medicinais de plantas – de onde surgiu a ideia das poções mágicas – e basicamente não iriam se curvar diante da igreja ou de um homem. 

Não precisamos nem mencionar o quanto mulheres independentes e destemidas ainda são vistas como uma ameaça, não é mesmo? Só que antigamente era muito pior. Por isso, os cristãos começaram a acusar as bruxas de heresia e a persegui-las, torturá-las e matá-las. Toda a nossa ideia de que bruxas são essencialmente más vem daí. 

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Hoje em dia a literatura e a indústria do entretenimento já conseguiram aliviar um pouco essa imagem negativa delas. As bruxas têm sido representadas na cultura pop de diversas maneiras, envolvendo não apenas personagens trevosos ou demoníacos, mas também crianças que performam feitiços e adolescentes divertidas que frequentam o colegial, convivendo de forma predominantemente harmônica com pessoas sem poderes.

Esta pluralidade de definições também está presente em alguns dos livros publicados pela DarkSide® Books. Conheça melhor cada um deles e separe as leituras de Halloween:

1. HEX, de Thomas Olde Heuvelt

Poucas histórias retratam tão bem que o medo que as pessoas têm das bruxas é o que as torna más. Ambientada nos dias atuais, HEX se passa na cidadezinha de Black Spring, onde uma bruxa assustadora aparece aleatoriamente por lá. Os cidadãos até criaram um aplicativo para registrar as aparições de Katherine e comunicar os demais. 

HEX

É claro que existem algumas regras de boa convivência com a bruxa, como não provocá-la e jamais contar às pessoas de outras cidades sobre a existência dela. Alguns cidadãos, por exemplo, já estão tão acostumados às suas aparições que só jogam uma toalha por cima de Katherine para fingir que ela não está ali. O mais interessante da história de Thomas Olde Heuvelt é que os medos e os costumes das pessoas parecem sair de uma história da Idade Média, mesmo se passando na atualidade.

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2. Wytches, de Scott Snyder e Jock

Na graphic novel Wytches as bruxas não somente existem, mas elas são absolutamente perversas e diabólicas – mais até do que as pessoas imaginam. É isso o que a família Rook descobre ao se mudar para Litchfield, uma remota cidade de New Hampshire. 

Wytches

Buscando uma nova vida depois de passarem por uma experiência terrível, pai e filha logo vão entender que há uma presença maligna nas florestas que cercam a cidade e que recomeçar não será nada fácil. 

3. Bem-vindo à casa dos espíritos, de Christopher Buehlman

Andrew Ranulf é um homem enigmático, membro do Alcoólicos Anônimos e também um bruxo famoso que trouxe uma antiga e perigosa relíquia da União Soviética. Ele ainda tem uma técnica de conversar com os mortos através de vídeos que atrai muitos clientes.

Bem-vindo à casa dos espíritos

Bem-vindo à casa dos espíritos mistura antigas fábulas com uma narrativa moderna, sem censurar ou infantilizar as histórias transmitidas através de gerações. Um exemplo disso é a presença de Baba Yaga, uma velha bruxa do folclore russo que aparece em Nova York acompanhada do Inverno e da Morte.

O livro foi elogiado por Andrew Pyper, autor de O Demonologista e Os Condenados, publicados pela DarkSide® Books.

4. Francis, de Loputyn

Todos temos luz e sombra dentro de nós, inclusive as bruxas. Nesta fábula encantadora, Francis é um espírito traiçoeiro que ganha o corpo de uma raposa ao ser conjurada pelos poderes latentes da jovem bruxa Melina.

Francis

Com personalidades mesquinhas e egoístas, as duas conseguem entrar em sintonia ao mesmo tempo em que questionam seus desejos e escolhas. Além disso, a raposa acaba tendo que ajudar a bruxinha na prova mais importante de sua vida. Francis é uma história sobre se descobrir e entender que muitas vezes a sua trajetória pode não ser aquela que você tanto planejava pra si.

5. Uma dobra no tempo, de Madeleine L’Engle

A história publicada pelo selo Graphic Novel da DarkSide® não é sobre bruxas, mas elas se fazem presentes nesta obra. Em Uma dobra no tempo, a jovem Meg é filha de renomados cientistas, mas seu pai está desaparecido há algum tempo. Durante uma tempestade surge uma estranha mulher que fará com que ela e seus irmãos embarquem em uma aventura. Seu nome é Sra. Quequeé.

Um dobra no tempo

Não demora muito para que esta sábia mulher se junte a duas outras mulheres, as senhoras Quem e Qual. Apesar de nunca serem referidas como bruxas na narrativa, mas sim entidades mágicas que viajam pelo cosmos, elas reúnem características bem claras do nosso entendimento de bruxas: são dotadas de poderes e são senhoras sábias. Além disso, no original em inglês uma delas se chama Mrs. Which, um inteligente jogo de palavras com witch (bruxa em inglês).

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