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6 Fatos perturbadores sobre o assassino BTK

Conheça mais sobre Dennis Rader, um respeitado pai de família que sob o codinome BTK torturou e matou 10 pessoas

Assassinos em série têm comportamentos bem peculiares, bizarros e perturbadores. Com BTK, codinome de Dennis Rader, não é diferente. Os crimes do serial killer foram reunidos no livro BTK Profile: Máscara da Maldade publicado no Brasil pela DarkSide® Books. Neste post separamos alguns fatos perturbadores sobre o assassino BTK, que ainda não foram tão amplamente explorados na série Mindhunter, da Netflix.

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1. Ele gostava de se vestir como suas vítimas e fazer selfies assim

Uma das bizarrices que depois se soube sobre BTK era o seu costume de se vestir com as roupas das vítimas e se fotografar daquela forma. Isso chega até a ser mostrado rapidamente na segunda temporada de Mindhunter. Aliás, este não era um costume exclusivo dele. Outro conhecido serial killer, Jerry Brudos, também tinha um fetiche por roupas femininas, especialmente sapatos e lingerie. Segundo as autoridades, Dennis Rader tirava as fotos para reviver aquele momento por anos.

Mas fotos não eram tudo o que ele levava das cenas do crime, já que o BTK também gostava de colecionar souvenirs de suas vítimas. Para não causar estranheza na própria família, Rader costumava deixá-los em “buracos escondidos”, que ficavam em sua casa ou na igreja, normalmente enterrados no chão ou até mesmo colados em pontes. A máscara que ilustra a capa do livro era uma destas “lembrancinhas”.

2. O lance das fotos de mulheres em revistas

Outro costume do BTK era a mania de colecionar fotos de mulheres em revistas. Depois de recortá-las ele desenhava cordas e mordaças por cima delas. Como se isso não fosse o suficiente, ele fazia cartõezinhos com estas imagens para que pudesse carregar consigo o tempo inteiro. 

3. Rader era o típico cidadão de bem

Um dos motivos para que a polícia levasse tanto tempo para identificar BTK era o fato de que Dennis Rader era um homem acima de qualquer suspeita. Pai de família, ele desempenhava funções de liderança na sua igreja local e também no grupo de escoteiros. Quem desconfiaria de um cidadão exemplar como esse, não é mesmo?

4. Apesar de sempre ser encontrado sêmen na cena do crime, ele nunca “violou” suas vítimas

Quando os agentes do FBI começaram a traçar o perfil dos assassinos em série eles identificaram uma motivação sexual comum a todos eles, mas que poderia se manifestar de formas diferentes. Nas cenas de crime deixadas por BTK a polícia frequentemente encontrava amostras de sêmen do assassino, no entanto, elas não estavam relacionadas a algum ato de estupro ou necrofilia. Estas amostras ajudaram a polícia a identificá-lo.

5. Ele provocava a polícia e veículos de comunicação

Entre a primeira vítima de Rader e a identificação do assassino BTK passou-se um período de quatro anos. A relação entre os fatos só ocorreu porque Dennis Rader enviou uma carta a uma emissora de Wichita perguntando “quantas pessoas eu tenho que matar para ver meu nome no noticiário”. Aliás, o próprio nome BTK foi definido por ele, sugerindo a sigla para bind, torture, kill (traduzindo: amarrar, torturar, matar) em alusão aos atos que ele cometia com suas vítimas.

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6. Ele só foi preso três décadas após começar seus crimes

Os assassinatos de BTK foram registrados de 1974 a 1991. Neste período ele matou 10 pessoas, incluindo quatro membros de uma família: os pais e dois filhos mais novos da família Otero foram as primeiras vítimas dele. Também em 1974 ele assassinou uma mulher e, na mesma ocasião deixou uma das vítimas escapar. Depois disso seus crimes se tornaram um pouco mais espaçados, com duas vítimas em 1977, uma em 1985, outra em 1986 e a última em 1991. 

Como os policiais não conseguiram localizar o suspeito por estes crimes, a investigação esfriou um pouco na década de 1990. No entanto, em 2004 ele voltou a se comunicar com a polícia, o que levou a sua captura e julgamento. Ele se declarou culpado dos 10 assassinatos, não mostrou sinais de remorso e nem se desculpou por seus atos. Hoje ele cumpre 10 sentenças de prisão perpétua por estes crimes.


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