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Ilana Casoy: O nome da literatura de criminologia no Brasil

Conheça a carreira da escritora e criminóloga que estudou os assassinos mais perversos do país

Os perfis psicológicos dos assassinos mais perversos do Brasil já passaram pelas mãos e pela mesa de estudos de Ilana Casoy, que está de aniversário neste 19 de fevereiro. A criminóloga e escritora é um dos principais nomes no país quando o assunto envolve mentes psicopatas, crimes hediondos e até mesmo assassinos em série.

O conhecimento de Ilana lhe rendeu colaborações com o site do canal Investigação Discovery e até um convite da Fox para traçar o perfil do serial killer Dexter Morgan, protagonista da série Dexter, exibida de 2006 a 2013. Ela também atuou como colaboradora da série Dupla Identidade, escrita por Gloria Perez e exibida em 2014.

Algumas das mentes mais perversas já estudadas pela criminóloga envolvem: Suzane von Richthofen, o casal Nardoni, Chico Picadinho e o Vampiro de Niterói.

LEIA TAMBÉM: AS MENTES PSICOPATAS MAIS PERTURBADORAS ESTUDADAS POR ILANA CASOY

O pacto entre Ilana Casoy e a DarkSide®

Aclamada escritora de true crime e agora de ficção, não foi por acaso que Ilana Casoy se tornou madrinha da linha Crime Scene da DarkSide® Books. A parceria entre a criminóloga e a caveira já rendeu três publicações: Arquivos Serial Killers, Casos de Família e Bom dia, Verônica

Em cada um deles, a escritora compartilha seu conhecimento sobre criminologia e psicologia forense. Conheça as publicações:

Arquivos Serial Killers 

Ilana Casoy foi a primeira escritora nacional a ser publicada pela caveira. Sua primeira publicação pela DarkSide® foi relançada em um box com dois livros da autora: Made in Brazil e Louco ou Cruel?, em comemoração aos cinco anos da editora. A edição especial conta com mais de 700 páginas de investigação. 

Em Louco ou Cruel? a autora mergulha nos arquivos da polícia e da Justiça, do FBI e da Scotland Yard para compor um roteiro que ajuda a compreender as motivações e métodos dos serial killers. Em Made in Brazil ela dedica-se a investigar os assassinos em série brasileiros, o que resultou no primeiro livro brasileiro sobre o tema.

Casos de Família

Dois dos homicídios que mais chocaram o Brasil nos últimos anos são esmiuçados neste livro: o do casal Richthofen e da pequena Isabella Nardoni. Foi a primeira vez que a autora abriu seus cadernos de anotações, utilizados durante a pesquisa na Polícia Civil, Científica e no Ministério Público.

Ilana Casoy dá um acompanhamento detalhado de ambos os casos, mostrando o comportamento de Suzane von Richthofen e dos irmãos Cravinhos, com todas as suas contradições. Além disso, a escritora destaca a importância do trabalho da polícia técnico-científica para conseguir provas irrefutáveis no assassinato de Isabella Nardoni, uma vez que os acusados se recusavam a confessar o crime.

Bom dia, Verônica

Sob o pseudônimo de Andrea Killmore, Ilana Casoy, em parceria com Raphael Montes, lançou sua primeira obra de ficção. Este thriller surpreendente é centrado em Verônica Torres: uma escrivã da polícia que tinha uma rotina pacata e burocrática.

No entanto, ao presenciar um suicídio e receber uma ligação com um pedido desesperado de ajuda, a protagonista decide mostrar suas habilidades investigativas e mergulhar nos dois mistérios.

Os projetos no cinema e streaming

A experiência como criminóloga e escritora vem rendendo alguns projetos de audiovisual a Ilana Casoy com bastante projeção. Entre os mais aguardados encontra-se o filme duplo sobre o caso do assassinato dos Richthofen: A Menina que Matou os Pais e O Menino que Matou meus Pais. Ela assina o roteiro com Raphael Montes.

Imagens do trailer de “A Menina que Matou os Pais”

Originalmente concebido como um filme único, o projeto evoluiu para um longa dois em um, com pontos de vista diferentes. Com foco na psicologia por trás do crime, o roteiro foi dividido desta forma porque o caso é marcado pelas diferentes versões que se tem dele, já que Suzane e os irmãos Cravinhos tinham narrativas divergentes do homicídio. 

Os dois longas devem chegar aos cinemas simultaneamente no primeiro semestre de 2020. A ideia é que o espectador assista a um deles e, logo em seguida, assista ao outro, para ver o outro lado da história.

A dupla Casoy e Montes trabalha junta em outro projeto: a adaptação de Bom dia, Verônica para uma série da Netflix. Trata-se da primeira obra de ficção policial a ganhar uma produção original do serviço de streaming. Além disso, a série conta com um elenco de peso, com nomes como Eduardo Moscovis, Camila Morgado e Tainá Muller.

Raphael Montes e Ilana Casoy

Apesar de ter sido concebida primeiramente como uma obra literária, Bom dia, Verônica já era vislumbrada pelos autores como um trabalho de audiovisual. Segundo Ilana e Raphael, a série será complementar aos eventos do livro, ampliando o universo ali apresentado.

LEIA TAMBÉM: ILANA CASOY E RAPHAEL MONTES FALAM SOBRE NOVA SÉRIE DA NETFLIX

Quem quiser conhecer um pouco mais o trabalho de Ilana Casoy como criminóloga, pode acompanhar a série Em Nome da Justiça, exibida nos canais AXN e Record TV. Nesta produção documental, ela analisa casos reais que foram parar nos tribunais e que deixaram dúvidas sobre as sentenças dos réus. 

O trabalho de Ilana Casoy é o de ir além, abordando aspectos desconhecidos dos casos, os conceitos das investigações e o contexto social de cada uma destas histórias reais.

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