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7 Fatos sobre Jeffrey Dahmer que você provavelmente não conhecia

Canibal de Milwaukee teve HQ escrita por amigo de infância

Já pensou descobrir que um dos seus amigos de infância se revelou sendo um dos assassinos em série mais procurados do país? Foi isso o que aconteceu com Derf Backderf, autor de Meu Amigo Dahmer. Na história em quadrinhos, o autor resgata as lembranças com o amigo que se revelaria ser um serial killer.

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Entre os anos 1978 e 1991, Jeffrey Dahmer assassinou 17 pessoas, todos homens e garotos. Seus crimes eram particularmente hediondos, envolvendo também estupro, necrofilia e canibalismo – o que lhe rendeu o apelido de “Canibal de Milwaukee”.

Após sua prisão em 1991, ele foi condenado a 16 penas de morte. Três anos após o julgamento, foi assassinado na prisão por outro detento. Mesmo mais de trinta anos após os seus crimes, Dahmer continua a causar repulsa nas pessoas que se deparam com o seu caso.

Créditos: Wikimedia Commons

Com uma infância aparentemente normal, o gatilho que possa ter transformado o amigo de Derf Backderf no Canibal de Milwaukee permanece um mistério. E é justamente esta falta de compreensão pelo que poderia ter motivado seus crimes que o torna um dos serial killers mais comentados até hoje.

A seguir, a Caveira separou alguns fatos sobre a vida do assassino que talvez possam ajudar a elucidar um pouco melhor sua personalidade:

1. Tudo pode ter começado com uma cirurgia na infância

Segundo relatos da própria família, o pequeno Jeff era uma criança feliz e cheia de energia. Mas isso mudou quando ele precisou ser submetido a uma cirurgia por causa de uma dupla hérnia. Pela mesma época, seu irmão mais novo nasceu e a família precisou se mudar com certa frequência para diversas localidades em Ohio.

Investigadores acreditam que a soma de todos estes fatores possa ter influenciado a mente do garoto, pois a partir de então ele nunca mais demonstrou a mesma alegria que lhe era tão típica. Além disso, Jeffrey se tornou uma criança mais introspectiva.

Uma outra corrente de especialistas acredita que na verdade ele tinha uma síndrome de Asperger nunca diagnosticada. Investigadores ainda descobriram que a mãe dele teve problemas mentais enquanto estava grávida dele, o que a levou a tomar muitos remédios durante a gestação.

2. Ele tinha uma obsessão por ossos de animais desde pequeno

Quando ainda era uma criança, Dahmer nutriu uma obsessão por ossos de animais, principalmente no que dizia respeito aos sons feitos por eles e à maneira com que se encaixavam. O interesse esquisito foi encorajado pelo próprio pai, que era farmacêutico.

Aos 10 anos de idade, Jeffrey Dahmer perguntou ao pai o que aconteceria se ossos de galinha fossem colocados em alvejante. O pai acreditava que o interesse do filho era puramente científico e ensinou o pequeno a preservar ossos usando estes produtos. Mais tarde, Dahmer aproveitou o aprendizado para preservar os crânios de suas vítimas.

3. Dahmer já tinha problemas com álcool na adolescência

Colegas de Dahmer se lembram dele contrabandear cerveja, vinho ou qualquer outro tipo de bebida alcoólica para o seu armário no colégio. O álcool afetou negativamente seu desempenho estudantil, contribuindo para o seu isolamento. Seus pais chegaram até a contratar um tutor particular para dar um reforço nas notas.

Créditos: Murderpedia

Outra lembrança de seus colegas é que Dahmer era o palhaço da turma, que fazia brincadeiras para divertir os outros. Com notas medianas, os professores acreditavam que seu desempenho era mais resultado de desleixo do que falta de inteligência.

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4. Ele serviu ao exército como médico de combate

Em janeiro de 1979, Jeffrey Dahmer se alistou ao exército americano. Ele foi treinado como médico e enviado para a Alemanha Ocidental. Daquele ano até 1981 ele serviu como médico de combate.

Durante este período, Dahmer foi acusado de ter estuprado dois soldados. Uma das vítimas disse ter sido violentada após ter sido drogada pelo médico. O outro soldado era colega de quarto do assassino e afirmou ter sido abusado sexualmente repetidas vezes. Tudo isso somado ao seu alcoolismo fez com que ele tivesse sido considerado inapto para o serviço militar e enviado de volta aos Estados Unidos.

5. Dahmer assassinou e guardou restos mortais enquanto vivia na casa da avó

Em dezembro de 1981, Jeffrey Dahmer se mudou para a casa de sua avó, em Wisconsin. Lá, ele teve diversos empregos e nas horas vagas ia a casas de banho e assediava homens jovens. Ele atraiu diversas vítimas à casa da avó, onde as drogava, estuprava e matava. 

Além de tudo isso, muitas vezes era ali mesmo que ele desmembrava estes homens. Sua avó chegou a pedir que ele se mudasse para outro local porque não gostava do hábito do neto de sempre trazer homens para casa tarde da noite e também por causa do fedor que emanava do porão. Imagine se ela soubesse o que causava o cheiro.

6. Ele estava montando um altar com as caveiras de suas vítimas quando foi pego

Jeffrey Dahmer foi pego quando sua 18ª vítima fugiu de seu apartamento em Milwaukee e procurou a polícia. Quando chegaram ao local, a polícia se deparou com uma cena no mínimo macabra: torsos sendo dissolvidos em um barril industrial cheio de ácido, restos mortais guardados no congelador, dois esqueletos completos e caveiras branqueadas no armário.

Segundo o próprio contou à polícia, os planos do assassino envolviam construir um altar repleto de caveiras e ossos. O projeto do macabro altar ainda envolvia uma cadeira de couro preto, onde Dahmer se sentaria. Ele disse que a estrutura serviria como um lugar onde ele pudesse “se sentir em casa”.

7. Derf Backderf não foi a única pessoa próxima a escrever um livro sobre o assassino

Backderf era amigo de infância de Dahmer, o que lhe motivou a escrever uma graphic novel sobre a experiência.

Mas alguém muito mais próximo ao assassino também dedicou uma publicação a isso: Lionel Dahmer, seu pai. A obra A Father’s Story é um livro trágico que não tem qualquer intenção de defender Jeffrey. Pelo contrário, na obra, Lionel faz uma reflexão tentando entender como ele pode ter falhado tão profundamente como pai.

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Sobre DarkSide

Eles bem que tentaram nos vender um mundo perfeito. Não é nossa culpa se enxergamos as marcas de sangue embaixo do tapete. Na verdade, essa é a nossa maldição. Somos íntimos das sombras. Sentimos o frio que habita os corações humanos. Conhecemos o medo de perto, por vezes, até rimos dele. Dentro de nós, é sempre meia-noite. É inútil resistir. Faça um pacto com quem reconhece a beleza d’ O terror. O terror. Você é um dos nossos.

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