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Drácula ao longo das décadas: uma cronologia imortal

A história do vampiro mais famoso da literatura rendeu inúmeras adaptações

Amada e, ainda sim, temida, mesmo depois de mais de 100 anos na ativa, a história de Drácula, Jonathan e Mina Harker, é lida e admirada por milhares de pessoas ao redor do mundo. Drácula é um personagem centenário. Surgido na obra que leva seu nome, de Bram Stoker, o Conde se tornou um dos vampiros mais conhecidos e revisitados, além de ser um daqueles monstros imortais que sempre contribuem com sua aura macabra em outros filmes.

Bela Lugosi como Drácula, um dos primeiros atores a imortalizar o Conde no cinema e um dos mais queridos pelos fãs

Ao longo desses mais de cem anos que Drácula povoa o imaginário dos vivos, muito foi feito em seu nome ou sobre seu personagem principal. Histórias e mais histórias derivaram dele, e é normal que a gente se sinta meio perdido. Afinal, qual obra veio quando? Como Drácula passou por tantas mudanças? E, mais importante, o que mudou ao longo do tempo que reflete a sociedade à medida que ela se molda?

Fizemos uma cronologia com as obras mais importantes baseadas no personagem ou adaptadas dos livros, para que você possa maratonar ou marcar na listinha quais filmes você ainda não viu.

Livros

Vamos começar pelo início. O livro teve sua primeira publicação em 1897, contando a história de um advogado inglês que parte para a Transilvânia para encontrar um empregador, que quer adquirir uma casa na Inglaterra. Quando se descobre que o Conde, na verdade, é um vampiro, Jonathan Harker contará com amigos para ajudar na destruição desse mal no mundo. O livro foi um sucesso já em seu lançamento, e alguns autores que leram ficaram interessados e felizes com a história, como Arthur Conan Doyle, que se correspondia com Stoker. Quando lançou Drácula no Brasil, a DarkSide Books homenageou a primeira edição original e colocou o livrão amarelo para circular entre uma nova geração de leitores também.

Em 1901 foi lançado o livro Powers of Darkness, versão traduzida para o islandês por Valdimar Ásmundsson, e foi serializada entre janeiro e março no jornal Fjallkonan. Entretanto, quando comparada com a obra original, percebeu-se que diversas alterações haviam sido feitas: passagens aumentadas ou encurtadas, e muitos personagens novos adicionados. Ao menos 50% da segunda parte do livro foi retirada, alguns detalhes importantes se perderam, o que faz dele um livro menor que o original. Essa situação acabou tornando esse um livro quase novo, e ficou conhecida como a versão nórdica de Drácula, pois foi comercializado principalmente nos países nórdicos.

Fragmento de edição do jornal Fjallkonan, de 13 Abril de 1901, anunciando uma reimpressão de Makt myrkranna, a versão islandesa de Drácula

Em 1914, dois anos após a morte de Bram Stoker, é lançado “O Convidado de Drácula”, um capítulo que iniciava o romance, mas foi retirado na edição final pelo tamanho que o livro já possuía. Lançado como conto postumamente, conta a história de um homem que acaba com uma curiosidade mórbida para explorar uma aldeia abandonada próxima a Munique.

Bram Stoker faleceu em 1912, e todos os direitos de suas obras foram passadas aos seus descendentes. Primeiro, Florence Stoker assumiu a responsabilidade de manter a obra de Bram funcionando da forma que deveria. Hoje quem é responsável por esse processo é Dacre Stoker, sobrinho-neto de Bram. Dacre não somente cuida dos direitos autorais, como tem também explorado bastante o universo criado pelo tio.

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Bram Stoker, autor do livro

Em 2009 foi lançada uma sequência de Drácula, chamada Dracula the Un-dead, escrita por Dacre Stoker e Ian Holt. O livro se passa 25 anos depois dos acontecimentos da obra original. Nele, Dr. Seward se torna um viciado em morfina que procura, com determinação, terminar com os mortos-vivos da Europa. O protagonista do livro é Quincey Harker, filho de Mina e Jonathan. O livro apresenta uma série de novos personagens, como o próprio Bram Stoker e Elizabeth Bathory.

Em 2018 é lançado livro Dracul, que serve como prequel para a obra original, escrito por J.D. Barker e também por Dacre Stoker. No livro, que mistura ficção e biografia, sabemos um pouco mais sobre os passos de Bram Stoker para criar sua história mais famosa.

Drácula rendeu muitos frutos após sua publicação. Depois da literatura, o personagem e os elementos criados e reunidos por Bram Stoker atingiram outras mídias. A começar pelo teatro no início do século, passando pelos filmes, hoje é um dos primeiros nomes que lembramos quando mencionamos a palavra vampiro.

Teatro

Bram Stoker trabalhou com Sir. Henry Irving no Lyceum Theatre como gerente, e permaneceu nessa atividade por 27 anos, a contar de 1878. Irving era um dos atores mais adorados da época, e o Lyceum um dos teatros mais importantes de Londres no final do século XIX. Esse contato com Irving, que Stoker respeitava e idolatrava, fez com que ele entrasse nas camadas mais altas da sociedade londrina do período, fazendo amigos importantes como o já citado Conan Doyle.

Palco da peça Drácula para a Broadway, de 1970, com design de Edward Gorey

Em 1897 acontece a primeira peça teatral sobre Drácula: adaptada pelo próprio Stoker, com o nome de Drácula, or the Undead. A peça foi exibida uma única vez em 18 de maio. Somente em 1924 outra peça seria feita, dessa vez licenciada por Florence Stoker, viúva de Bram, que permitiu a Hamilton Deane que fizesse uma adaptação da história. Nos Estados Unidos, em 1927, a peça foi obtida por Horace Liveright, que contratou John L. Balderston para revisar o trabalho de Deane. Ambos, Deane e Balderston, removeram diversos elementos e características da peça: Renfield substitui Jonathan Harker na primeira parte da peça, Mina e Lucy foram fundidas em uma única personagem, Arthur Holmwood e Quincey Morris foram retirados da história. Isso serviria para muitas adaptações vindouras.

Mas algo além dessas mudanças foi reutilizado nas adaptações cinematográficas: quando a peça estreou em Nova York, era Bela Lugosi quem fazia o papel de Drácula, além de ser Edward Van Sloan que atuou Van Helsing e Herbert Bunston interpretou Renfield. Os três repetiriam esses papéis em 1931, na versão em língua inglesa dos Estúdios Universal.

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Filmes

1920

É em 1921 que começa a tradição fílmica do personagem Drácula, não em 1922 como muitos podem acreditar. Em 1921 é lançado um filme chamado Dracula’s Death, e foi uma produção húngara-austríaca-francesa. Apesar do filme não ser baseado inteiramente na obra de Stoker, o personagem está presente na história, na forma de um paciente de um hospital psiquiátrico que afirma ser Drácula para uma jovem visitante, que começa a ter pesadelos com a figura. O filme foi dirigido por Károly Lajthay.

Em 1922 é lançado Nosferatu, dirigido por F.W. Murnau. Apesar do filme hoje ser considerado uma obra importante para a tradição fílmica de Drácula, ele sofreu uma série de problemas. Mesmo que notavelmente seja a história do personagem, o filme não era licenciado por Florence Stoker, que mantinha os direitos sobre a obra. Florence processou a produtora responsável pelo filme, tentando impedir que cópias circulassem pelos cinemas, exigindo sua destruição. Entretanto, a produtora estava passando por um processo de falência e Florence conseguiu somente seus honorários que eram de direito.

Como não tinha os direitos, a produtora contratou Henrik Galeen para adaptar a obra: nomes foram alterados, como Drácula alterado para Orlok, Jonathan Harker se tornou Thomas Hutter e Mina virou Ellen; o filme se passa na Alemanha, e não na Inglaterra. Algumas cópias posteriores retornaram alguns dos nomes alterados, como o de Mina e Jonathan Harker.

1930 – 1950

É em 1931 que é lançado um dos grandes filmes do Conde, uma produção da Era de Ouro dos Estúdios Universal. Adaptação direta da peça de Deane e Balderston, o filme contém as mesmas alterações da adaptação teatral. O ponto interessante sobre essa produção é que ela foi feita duas vezes: uma na língua inglesa e uma na língua espanhola. Na versão de língua inglesa, dirigido por Tod Browning e Karl Freund, parte dos atores já haviam tido seus papéis na peça. Lugosi se tornou a grande face do vampiro. A versão de língua espanhola foi dirigida por George Melford e Enrique Tovar Ávalos, protagonizada por Carlos Villarías e alguns dos nomes dos personagens foram alterados: Mina passou a se chamar Eva e Jon se tornou Juan Harker. A versão espanhola foi gravada na mesma instalação usada pela gravação de língua inglesa, mas foi feita durante a noite.

A versão que ficou famosa foi a de língua inglesa, com Bela Lugosi, e trouxe uma série de filmes derivados e crossovers durante os anos 1930 e 1940, como A Filha de Drácula, em 1936, O Filho de Drácula, em 1943, O Retiro de Drácula, em 1945, e Abbott e Costello Encontram Frankenstein, em 1948.

Importante mencionar que, em 1932, é lançado o filme Vampyr, de Carl Theodor Dreyer. O filme é baseado na obra In a Glass Darkly, de Sheridan Le Fanu, e traz uma série de novas características aos vampiros. Le Fanu, por sua vez, foi uma grande inspiração para Bram Stoker escrever Drácula; também é de Le Fanu a famosa Carmilla, uma das narrativas mais consistentes do século XIX com uma vampira como protagonista.

1950 – 1970

Em 1953 é lançado um filme sobre Drácula, que até tem como base o romance original de Bram Stoker, mas deriva de outra obra. Drakula İstanbul’da, ou Drácula in Instambul, lançado na Turquia, dirigido por Mehmet Muhtar, é um filme que, na verdade, é baseado na obra de Ali Riza Seyfi, chamada Kazıklı Voyvoda (O Voivode Empalador). Acontece que essa obra é semelhante a Powers of Darkness: é como se fosse uma tradução do romance para o turco, mas com algumas alterações significativas. No livro e no filme, o personagem de Renfield se chama Güzin, e Mina é uma dançarina showgirl. As duas obras também fazem menção direta a Vlad, o Empalador. A adaptação se tornou notável por diversos motivos; entre eles, o fato de ser a primeira versão em formato de filme com som a mostrar o Conde com presas e escalando uma parede.

Entretanto, é somente em 1958 que temos o outro grande representante do Conde em carne e osso: o filme O Vampiro da Noite, dirigido por Terence Fisher, protagonizado por Christopher Lee como Drácula e Peter Cushing como Van Helsing, um dos grandes sucesso da produtora Hammer. Foi esse o filme que fixou a imagem do Conde com presas, apesar de seu antecessor de 1953 ter sido o primeiro. A imagem de Lee se tornou uma das mais fortes do vampiro, junto de Bela Lugosi. Assim como o filme de 1931 rendeu uma série de derivados, o mesmo aconteceu com o filme da Hammer, com Lee e Cushing repetindo seus papéis — às vezes juntos, às vezes separados. Alguns dos exemplos são os filmes As Noivas do Vampiro, de 1960, e Drácula, O Príncipe das Trevas, de 1966.

1970 – 1980

Em 1970 é lançada a versão de Drácula dirigida por Jesús Franco, intitulada Conde Drácula. O filme não é uma produção da Hammer, mas também conta com Christopher Lee no papel do Conde. O filme é uma produção espanhola-italiana-alemã, e ficou reconhecida entre os apreciadores da história de Bram Stoker por ser, até então, a que contém maiores semelhanças com a obra original, apesar de uma ou duas alterações e exclusões de personagens.

Os anos 1970 também trouxeram Blacula, O Vampiro Negro, em 1972, e Os Gritos de Blacula, em 1973. Os filmes, dirigidos por William Crain e Bob Kelljan respectivamente, não são exatamente uma versão da história de Bram Stoker, mas deve ser listado como uma das grandes obras que o romance gerou. Na história de Blacula, um antigo príncipe africano chamado Mamuwalde é transformado em vampiro pelo próprio Drácula. Em obras posteriores que utilizam o cânone de Drácula como base, Blacula é citado entre suas derivações.

Em 1977 surge a versão para televisão produzida pela BBC, dirigida por Philip Saville. E em 1979, aproveitando o revival da Broadway da peça adaptada por Deane e Balderston nos anos 1920, também é feita uma versão dirigida por John Badham, protagonizada por Frank Langella.

É em 1979 também que temos o remake do filme Nosferatu. Intitulado Nosferatu, O Vampiro da Noite, dirigido por Werner Herzog e protagonizado por Klaus Kinski, o filme já recupera, desde o início, os nomes que foram trocados em sua versão original de 1922. O filme ainda hoje é um enorme sucesso, e os fãs costumam gostar tanto da versão original quanto do remake, visto o trabalho primoroso que Herzog fez.

1990

Os anos 1990 reavivaram um tipo de amor por vampiros que ficou um pouco adormecido na década anterior. Se os anos 1980 nos trouxeram alguns filmes de comédia com essas criaturas, como A Hora do Espanto e Deu A Louca nos Monstros, é nos anos 1990 que eles recuperam um pouco da seriedade. E em 1992 foi lançado o terceiro entre os filmes de maior sucesso em representar o Conde: Drácula de Bram Stoker, dirigido por Francis Ford Coppola, com um elenco arrebatador que inclui Gary Oldman, Winona Ryder, Anthony Hopkins e Keanu Reeves.

O filme altera algumas situações do livro, mas, além da versão de Drácula de Jesús Franco, é o filme mais próximo em relação a obra. Se tornou um sucesso instantâneo, unindo fãs do livros e fãs que não conhecem a obra original, mas gostam do filme.

Após a obra de Coppola, muitos dos trabalhos sobre Drácula ou sobre vampiros se utilizaram de elementos semelhantes. Pode se dizer, inclusive, que Coppola iniciou o gás a mais que os vampiros receberam daquela década em diante.

2000 – 2010

Muita, mas muita coisa foi feita sobre o Drácula nessas duas décadas que se seguiram. Aproveitando a onda de vampiros que o Coppola deu um empurrãozinho, várias versões sobre a história do Conde surgiram. Em 2000, Patrick Lussier iniciou sua trilogia que é composta por Drácula 2000Drácula 2: A Ascensão, e Drácula 3: O Legado Final. Lussier altera muitos elementos sobre o vampiro em si, cria uma narrativa mais contemporânea aos anos 2000 e insere características que não existiam anteriormente, afastando definitivamente seus filmes da obra original.

É nos anos 2000 também que é lançado o filme A Sombra do Vampiro, dirigido por E. Elias Merhige, com um elenco impressionante com os nomes de Willem Dafoe, John Malkovich e Udo Kier. O filme é uma espécie de documentário fictício do período em que Nosferatu, de Murnau, foi gravado. Na história, o ator Max Schreck, que interpretou Nosferatu em 1922, está levando a sério demais a ideia de ser um vampiro.

Em 2012 é lançado o filme Drácula 3D, dirigido por Dario Argento, estrelado por sua filha, Asia Argento, e muitos fazem questão de esquecer que esse filme aconteceu. Em 2014 o filme Drácula: A História Nunca Contada, dirigido por Gary Shore e protagonizado por Luke Evans foi lançado, mas não teve o sucesso esperado. Em 2020, a BBC e a Netflix se uniram para lançar uma minissérie em três episódios sobre o vampiros, criada por Mark Gatiss e Steven Moffat e protagonizada por Claes Bang. Essas três histórias lançadas na segunda década dos anos 2000 tem algo em comum: reimaginam a história do Conde, suas origens e as sequências dos acontecimentos de sua vida.

Entre esses anos outras histórias em que o personagem aparece foram lançadas, como A Liga Extraordinária (somente seu nome é mencionado, e quem realmente aparece é Mina), de 2003, Van Helsing, o Caçador de Monstros em 2004, Drácula 3000: Escuridão Infinita, também de 2004, e a comédia de animação Hotel Transilvânia, de 2012.

Anunciados:

Felizmente, a magnitude do personagem o faz viver décadas a fio. Drácula é mesmo imortal. Entre boatos, filmes em pré e pós-produção e filmes anunciados, temos seis títulos que podem trazer o Conde Drácula de volta aos holofotes nos próximos anos.

David Lee Fischer está trabalhando na pós-produção de seu filme, Nosferatu. Em pré-produção está The Last Voyage of Demeter, dirigido por André Øvredal, que se concentra na viagem do navio que leva Drácula até a Inglaterra; e I Am Drácula, um documentário sobre os herdeiros de Vlad, o Empalador, escrito por Daniel Lyddon.

De filmes anunciados contamos com Nosferatu, dirigido por Robert Eggers; Renfield, dirigido por Dexter Fletcher; e um rumor de que Karyn Kusama estaria se preparando para trabalhar em um filme do Drácula para essa nova onda de filmes dos Monstros da Universal em parceria com a Blumhouse.

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Sobre Macabra

Macabra Filmes é a fazenda do terror. Compartilhamos o horror e a beleza, a vida e a morte. Brindamos com sangue as alegrias de existir. Cultivamos o primeiro suspiro, o abrir de olhos, o frio na espinha, o grito na montanha russa, o crepúsculo e a eterna escuridão. Para nós, o medo é natural — e a vida, um presente sobrenatural. É puro terror. 100% macabra.

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