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Bruxaria para iniciantes: Primeiros passos para a magia

Conceitos e termos que toda bruxa iniciante precisa saber.

O chamado à bruxaria pode ocorrer de diversas formas: uma vontade maior de conexão consigo próprio, de se ligar à natureza ou simplesmente a curiosidade em querer aprender um pouco mais sobre a prática. Quem está dando os seus primeiros passos tem em O Livro Mágico para Jovens Bruxas, de Ariel Kusby, um guia bem prático para conhecer melhor a bruxaria, feitiços e poções.

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Destinado a crianças e adultos, o livro traz uma abordagem didática e prática do que realmente significa ser uma bruxa, bem longe da ideia medieval propagada em contos de fada. Com as ilustrações de Olga Baumert, o leitor mergulha ainda mais fundo na pluralidade e diversidade da comunidade bruxa.

Conheça os riscos e escolha o seu caminho

Antes de tudo é preciso conhecer os riscos da prática da bruxaria. Tudo gira em torno das intenções que você projeta sobre a prática. O que você joga para o universo retorna de alguma forma para você, portanto, tenha certeza de que suas intenções sejam sempre as melhores.

Além disso, ainda há muita perseguição e estigma em torno de praticantes de bruxaria. Apesar dos casos mais alarmantes ocorrerem na África, localidades como a América Latina também testemunham violência contra bruxas ou pessoas suspeitas da prática. 

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Ciente disso, você é livre para encontrar o seu caminho na magia. Algumas pessoas se unem a covens, outras preferem a prática solitária. O segredo está em escolher aquilo que faça sentido para você e lhe ajude a se conectar consigo mesma, com a natureza e com o universo.

Busque conhecimento sobre as diferentes práticas, estude sobre as interações com a natureza, os astros e os rituais que ajudam nesta conexão. Se possível, monte um altar com objetos representando os quatro elementos da natureza, como velas (fogo), incensos (ar), cristais (terra) e um cálice com água.

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Principais termos para se familiarizar com a bruxaria

Quem ainda não está muito familiarizado com a bruxaria pode estranhar algumas palavras utilizadas. Por isso, explicamos alguns termos que irão lhe ajudar a conhecer um pouco mais da prática:

Paganismo: um termo que era utilizado para todas as religiões que não fossem cristianismo, judaísmo e islamismo. Tipicamente associado a práticas que envolvam relação com a natureza. Os praticantes modernos são conhecidos como neopagãos.

Wicca: uma religião que muitas vezes é entendida como uma forma popularizada de neopaganismo, graças ao “pai da Wicca”, Gerald Gardner, que na metade do século XX cultivou esta ideologia específica que hoje é conhecida como Wicca Gardneriana. Apesar da prática ser, em princípio, aberta a homens e mulheres, algumas variações permitem apenas membros do sexo feminino. Wiccanos cultuam um deus e uma deusa.

Cerimônia: ritual em que são depositados os mais elevados valores.

Bruxaria solitária: a prática adotada por bruxas que preferem não fazer parte de um coven. Elas praticam uma forma personalizada de bruxaria, com os caminhos de sua própria escolha, sem a necessidade de seguir regras muito bem definidas.

Ecletismo: o caminho adotado por bruxas que não querem se prender a uma categoria particular da bruxaria, reunindo uma mistura de tradições conforme julgar mais pertinente para a sua prática.

Iniciação: o ritual de passagem que oficializa o início da prática para bruxas em desenvolvimento. Ele pode ser conduzido por um coven ou de maneira solitária por bruxas que se prepararam para isso e fazem questão deste marco. Em algumas práticas, como é o caso da Wicca, a iniciação pode permitir que o iniciado se torne um alto sacerdote ou sacerdotisa. Aqueles com conhecimento e experiência suficientes podem se tornar líderes de um coven Wicca.

Coven: uma reunião ou comunidade de bruxos iniciados, geralmente liderados por um alto sacerdote ou sacerdotisa. 

Sabbats: celebrações do ciclo anual das estações, conhecido como Roda do Ano. Alguns exemplos são Samhain (Halloween), Yule (solstício de inverno) e Ostara (equinócio de primavera). 

Esbats: reuniões que não entram nas celebrações da Roda do Ano, como celebrações envolvendo a lua cheia ou a lua nova.

Familiar: um espírito em forma de animal que serve de espião, assistente, companheiro e protetor da bruxa. 

Altar: uma superfície que os wiccanos usam exclusivamente para atividades como feitiços, cânticos e adoração dos deuses. Tipicamente o altar é coberto com uma toalha e pode conter itens como incenso, velas, cristais, varinhas, cálices de água e caldeirões.

Pentáculo: uma ferramenta mágica tal qual um amuleto ou talismã. Frequentemente é colocado em altares e muitas vezes é confundido com um pentagrama – um símbolo popular na Wicca. A principal diferença visual é o círculo em torno do pentáculo, enquanto o pentagrama é representado apenas pela estrela. É um símbolo pré-cristão relacionado à devoção à natureza em que cada ponta representa um dos quatro elementos (fogo, ar, terra e água) ligados ao princípio vital, que seria a quinta ponta. O símbolo foi encontrado em artefatos dos sumérios e também do Egito Antigo.

Séance: uma cerimônia utilizada para contatar espíritos, incluindo os mortos, frequentemente com a ajuda de um médium.

Grimório: um termo utilizado para reunir textos mágicos, que podem variar de diários até livros mais técnicos sobre bruxaria. Pode ser utilizado para se referir a coleções medievais de feitiços, rituais e encantamentos mágicos.

Livro das Sombras: o grimório pessoal de um wiccano. Lá o praticante de magia reúne informações úteis, pensamentos, receitas e orientações para encantos, feitiços e rituais.

Agora que você já sabe o básico para começar, mergulhe na coleção Magicae da DarkSide® Books, que reúne títulos essenciais para guiar seus passos na magia.

LEIA TAMBÉM: MAGICAE: A FORÇA ETERNA DAS BRUXAS

Sobre DarkSide

Eles bem que tentaram nos vender um mundo perfeito. Não é nossa culpa se enxergamos as marcas de sangue embaixo do tapete. Na verdade, essa é a nossa maldição. Somos íntimos das sombras. Sentimos o frio que habita os corações humanos. Conhecemos o medo de perto, por vezes, até rimos dele. Dentro de nós, é sempre meia-noite. É inútil resistir. Faça um pacto com quem reconhece a beleza d’ O terror. O terror. Você é um dos nossos.

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